ARMADILHA  (Contos Dele) escrito em domingo 17 fevereiro 2008 14:59

Um encontro entre todos era improvável. Mas as leis do universo conspiraram e todos estavam reunidos festejando o aniversário de uma amiga de Nilda. Não era tampouco um capricho do destino. Tudo foi ardilosamente planejado. Nilda havia satisfeito todos os desejos de Sheila durante alguns meses, desenhou no seu corpo com a língua, pressionou cada célula com seus lábios, sugou seu suor e seu mel escorrido entre as pernas. Penetrou-lhe o ventre e o traseiro com seus bastões fálicos, arrancando dela gritos e orgasmos alucinados que perturbaram a vizinhança, a ponto de cogitar mudar-se para um lugar ermo só para ouvi-la berrar de prazer.Mas ela era indomável. Não estava nos planos de Sheila viver maritalmente com outra mulher. Queria apenas sexo, não dependência. Nilda nunca aceitou este comportamento. Queria-a para si, exclusivamente. Perdeu-a!Não sabia que Sheila continuava a sentir frisson. A cada insinuação, convites velados para passeios e encontros fortuitos no leito de prazer que havia experimentado; ela sentia molhar entre a virilha. Desejos, agora secretos, de voltar a brincar de mulher da vida sob o jugo de seus bastões fálicos, adormecidos na gaveta do criado-mudo. Bastava não externar domínio, possessão, continuidade, exclusividade, perpetuar a permanência.Sheila queria se oferecer. Chegar de surpresa com o mínimo de roupa e o máximo do corpo exposto, excitá-la com a ausência das roupas de baixo, ser abatida com a volúpia de suas mãos entre as coxas e a língua lambendo o pescoço. Nilda queria ser seu “homem”, sustentar seus caprichos, protegê-la de outros desejos. O qual desconhecia, mas supunha existirem.Mas, homens, Sheila tinha quantos quisesse, bastava sorrir. E ela era pródiga em sorrir. Ela queria a aventura, o novo, o inusitado. Sem que para isso precisasse se expor. Amava o desconhecido, o segredo, o acaso. Gostava de sua condição de mulher desejada por todos, mas só se entregava a quem lhe garantisse segredo. Por isso era quase virgem. Havia deixado ter seus seios chupados num canto escuro qualquer, mas não se furtou a trepar com outro que tinha medo de enfrentar seus instintos. Caçou mulheres em bares e abriu as pernas para que elas sugassem seu prazer, mas fechou para quem quis amordaçá-la e impedi-la de buscar a plenitude do seu orgasmo em diferentes situações. Nilda nunca aceitou esta verdade. Nem mesmo pensou que estava errada não contribuindo para isso.Queixou-se para seu amigo bissexual que tentou alertá-la. Falou-lhe das suas nádegas proeminentes, bem torneadas, avassaladoras para o sexo. Nilda repugnou a idéia de saber que ela gostava de sentir uma febre incontrolável no traseiro. Otávio relembrou-a do desejo que toda mulher sente de experimentar outra mulher, não passivamente, mas de atirar-se sobre ela e arrancar-lhe o gozo com suas próprias mãos femininas e sua boca travestida de macho conquistador. Nilda nem pensou que talvez fosse verdade. Sentiu um ciúme doentio, que cegava todas as chances que tinha de tê-la novamente. Talvez por muitos verões. Talvez indefinidamente.Mesmo estando todas estas frases permanentemente em sua mente, elas não se juntavam para formar a idéia de que era possível recuperar seu troféu mais desejado.Quase todos os dias podia vê-la. Ouvia sua voz e ficava excitada com as lembranças dos gritos e pedidos de mais sexo, mais força, mais orgasmos.Falou no seu ouvido o que poderia fazer se ela reconsiderasse e fosse visitá-la. Tentou seduzi-la com materialismos. Ameaçou seus segredos. Implorou.Sheila cedeu uma única vez, mas Nilda não quis acreditar que foi pelo sexo. Queria se iludir de que foi por outras razões, mais suas do que dela.Aprisionada neste turbilhão de fatos que não conseguia juntar e elaborar uma ocasião propícia para conseguir seu intento, foi que ela acabou acertando o alvo sem querer. Mas apenas a princípio. Depois compreendeu o quanto tinha perdido de tempo e elaborou seu plano.Sua amiga Sandra faria aniversário. Nilda sabia o quanto ela apreciava fazer sexo com mulheres. Com um pequeno investimento, convenceu Sandra a festejar sua primavera em sua casa. Prometeu-lhe convidar uma amiga “deslumbrante” que certamente adoraria, além de uma aventura incomum. Chamou seu amigo Otávio, sabia que teria apoio dele para seu plano. Ele já havia se referido a Sheila com desejo. Faltava apenas convencer Sheila, mas disso Otávio cuidaria, com um pequeno “empurrãzinho”. Certificou-se para que o dia escolhido fosse perfeito. Precisava que Sheila não tivesse outro compromisso naquela noite e usou sua influência profissional para garantir que a armadilha funcionaria. Marcou um compromisso com antecedência, que apesar de falso, fazia sentido no contexto. No dia e horário combinados, seu amigo Otávio ligou e cobrou sua presença em casa, afinal era o aniversário de Sandra. Fingindo ter esquecido, convidou Sheila e colocou-a no telefone com o amigo, que arrematou o plano, fingindo-se ofendido se não aceitasse o convite. Sheila cedeu.Quando chegaram as duas na casa de Nilda, Sandra e Otávio aguardavam, confirmando a seqüência de coincidências e desfazendo qualquer suspeita de Sheila. Entraram e Nilda mostrou onde havia colocado as bebidas para gelar, ainda cedo pela manhã. Depois ligou para a pizzaria e confirmou que poderiam entregar a partir daquele instante. Um bolo de confeitaria com velas, providenciado por Otávio, foi colocado no centro da mesa sobre uma toalha de festa. Como Sheila conhecia a casa, Nilda sugeriu que ela levasse Sandra para o banheiro do andar superior e lhe entregasse uma toalha, tudo antecipadamente calculado para que a aniversariante pedisse o uso do chuveiro para banhar-se, pois tinha vindo direto do trabalho.Sem suspeitar de nada e já interessada nos dotes físicos da moça, Sheila aquiesceu. Subiu com ela até o pavimento superior e lhe mostrou o chuveiro. Sandra pediu que ligasse, tinha medo de levar um choque. A brincadeira de Sheila, abrindo o chuveiro, disparou o plano antes da hora desejada por Nilda.- Agora só falta você pedir para eu te dar banho, disse entre sorrisos.- Seria um presente de aniversário inesquecível, respondeu Sandra.Sheila nem acreditou no que tinha ouvido. Mas não perdeu a chance. Enlaçou-a nos braços e beijou-a com tesão. Seu corpo apertou o dela e logo as roupas estavam sendo jogadas para os lados e os corpos atracados entrando sob a água morna do chuveiro.Sheila agarrou-a por inteiro e friccionava seu corpo no de Sandra, que gemia. Logo seus seios sumiam na boca de Sheila e voltavam a aparecer, chupados e mordidos.De pé, as duas se entrelaçaram e Sheila desfrutou do corpo de Sandra sem deixar de usar o pretexto do banho. Usava o sabonete para excitá-la nos pontos mais frágeis, as mãos para expurgar a espuma, com a ajuda do chuveiro abundante, a boca e a língua para arrancar seus gritos e gemidos que a estimulavam ainda mais.Otávio foi o primeiro a notar a demora das duas. Subiram ambos para ver o que se passava e já na escada puderam ouvir os murmúrios de prazer de Sandra. A armadilha havia começado a funcionar.Nilda voltou correndo, entre estranhas sensações de ciúme e excitação. Abriu a gaveta da cômoda e retirou o comprimido azul que repassou para Otávio. Queria garantir que ele funcionasse na plenitude. Ele engoliu o comprimido quase sem a ajuda do gole da cerveja que ela trouxe para ajudar a ingestão. Nilda tremia dos pés a cabeça. Otávio falou baixinho no ouvido dela, pedindo que se acalmasse. Tudo daria certo, ele disse. Amanhã ela nem desejará ir embora, reafirmou.Chegaram mais próximo que podiam para permanecer invisíveis e poder ver o que se passava no banheiro. Nilda olhou as roupas espalhadas pelo chão e lembrou da primeira vez que Sheila esteve ali. Também tinha sido assim. As roupas pelo chão e ela sobre a cama, excitando-a. Quando viu Sheila chupando Sandra não acreditou. Otávio estava certo. Nunca havia deixado Sheila lhe chupar, ela sempre se portara de forma masculina, sorvendo-a inteira sem nunca se preocupar com que Sheila queria. Mas ao mesmo tempo sentiu uma ponta de orgulho, sua menina aprendera direitinho como fazer uma mulher gozar.Perceberam que elas estavam saindo do box e se esconderam. Elas passaram se beijando, molhadas, a poucos metros deles. Sheila retirou a colcha da cama e praticamente jogou Sandra sobre os lençóis. Deitada de costas, Sandra escancarou as pernas e deixou Sheila aprofundar a língua nas suas entranhas. Foi quando Sheila levantou a bunda para o alto, na borda da cama que Nilda deu o sinal para Otávio. Ele retirou as calças rapidamente, seu membro duro e ereto sob o efeito do comprimido azul parecia irreal. Nilda desejou ter um daqueles e uma lágrima escorreu dos seus olhos, quase embaçando a cena que se seguiu.Otávio entrou no quarto mexendo no próprio membro, como se fosse conseguir fazer que ele ficasse ainda maior. Ao toque de suas mãos nas nádegas de Sheila ele sentiu que talvez ela fosse recusar sua participação. Depois de um breve olhar para trás, ela levantou ainda mais o traseiro e berrou com a entrada do membro no seu rabo. Segundos depois ela já encontrava o mesmo ritmo que ele empunha nas suas investidas no clitóris de Sandra. Eram tantos os gritos e gemidos que não se poderia identificar quem o fazia mais alto ou mais prazerosamente.Sandra elevou as pernas, o que permitiu a Sheila alcançar seu períneo com a língua ávida de tesão. Otávio enterrava o membro em Sheila que jogava o corpo para trás e fazia sumir todo o falo agigantado dentro de si. E berravam! A cada estocada um gemido de prazer dele, um grito de Sheila e depois o som dos lábios dela chupando Sandra, que emitia seu som de prazer.Quando gozaram parecia haver combinado. Explodiram em gritos e soluços e risos, gemeram e se refestelaram nos travesseiros. Sheila estava enlouquecida de tesão. Arrancou a camisinha do membro de Otávio com uma das mãos e abriu a gaveta do criado-mudo com outra, onde sabia existirem mais. Ela mesma abriu o invólucro com os dentes e colocou outra no membro ainda empertigado. Deitou-se de lado e trouxe o membro para a própria boceta, jogando todo o peso do corpo sobre ele. Minutos depois se revirou na cama e sentou-se sobre ele, cavalgando com fúria.Foram tantos os gritos de prazer que Nilda não se conteve. Tirou suas roupas com dificuldade e juntou-se a eles abafando os gritos de Sheila com um beijo banhado de lágrimas e desejo. Sandra abraçou as duas e esfregou-se nelas, fazendo ainda mais peso e deixando Otávio com a missão de mexer os quadris para satisfazer Sheila. O esforço fez com que ele gozasse e saltasse para o lado, extasiado. Percebendo o desespero de Sheila, Nilda alcançou seus falos artificiais na gaveta ainda aberta do criado-mudo. Satisfez seus desejos de penetração e ela gozou esplendida. Agradecida. Dominada.Um após o outro, os coadjuvantes deixaram o quarto no meio da madrugada. Pela manhã Sheila acariciava os cabelos de Nilda. Esta, acariciava-lhe o corpo todo. Sentia-se recompensada pelo prazer que presenciara, ouvira e sentira horas antes.Foi com surpresa e dor que sentiu a bofetada no rosto desferida por Sheila. Mais surpreendida ficou quando, uma semana depois, Sheila chegou com uma pequena valise para passar o fim de semana com ela. Estava apenas de vestido, colado no corpo, quase transparente, sem nada por baixo. Extasiada ficou com o strip ao som do CD alto, quando Sheila subiu na mesa da sala, dançando, lânguida e fazendo sinais para ser seviciada.Noutra vez ela veio acompanhada de uma garota loira e estonteante. Mais adiante veio um homem com ela, que a penetrou depois que Nilda a fez gozar intensamente.Já se passaram vários anos depois disso.Sheila e Nilda ainda se encontram.Freqüentemente.

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SEM MARQUINHAS  (Contos Dela) escrito em segunda 28 janeiro 2008 23:10

Quinze dias depois do término das minhas férias eu já sentia que meu bronzeado precisava de um “toque”, para ser mantido esplendoroso. Decidi descer para a praia, mesmo sozinha. Cheguei na casa quase meia-noite e fui dar uma circulada pela vila. Estava tudo meio vazio, logo estava de volta e fui direto para a cama. No dia seguinte queria acordar cedo para aproveitar bem os dois dias e “reacender” o bronzeado. Ainda não eram sete horas quando acordei. Liguei a cafeteira e deixei o café passando, fui até a padaria comprar pãezinhos frescos e voltei animada, o sol prometia um dia de acordo com meus planos.

 

Fui uma das primeiras a chegar na praia. Como meus planos incluíam “apagar” algumas marquinhas de tiras do biquíni, escolhi um ponto menos freqüentado, ali poderia expor mais as partes do corpo que queria deixar bronzeadas. Quando avistava alguém se aproximando, virava na canga sobre a areia e deixava que se afastasse. Não tinha muita gente, a vila estava até tranqüila para uma temporada de verão. Na próxima semana sim, o Carnaval deveria atrair muitos veranistas. Para mim estava perfeito, o que queria mesmo era retocar o bronzeado.

 

Quase adormeci ali deitada ao sol, eram tão poucos os que caminhavam naquele espaço da praia que poucas foram as vezes que tive que virar ou esconder o que estava bronzeando, recolocando a peça do biquíni. Por ser todo amarrado com lacinhos laterais embaixo e na parte de cima, ficava fácil disfarçar uma recolocação mais “emergencial”. Por várias vezes entrei na água “peladinha”, não havia ninguém por centenas de metros de distância.

 

Minha manhã foi passando assim, por volta das onze estava satisfeita com os resultados obtidos até então, resolvi que era hora de dar um descanso para a pele. Ainda tinha toda a tarde e o dia seguinte. Caminhei então até um barzinho de praia, estava com sede e uma cervejinha ia cair bem. Mesmo o barzinho, local geralmente de maior concentração, estava com baixa freqüência de banhistas. Escolhi um quiosque na areia, o primeiro mais próximo do mar. Estendi a canga, mas sentei na cadeira à sombra e pedi uma cerveja. O proprietário, que me conhece de vista, veio me atender. Estava gelada, minha sede e meu prazer de beber aquela cervejinha refrescante logo pediu outra. Foi neste momento que as vi chegar.

 

Uma era loira, alta, com a pele bem clara e sem exposição ao sol; a julgar pela ausência de marcas de biquíni. A outra era morena, cabelos bem pretos, um pouco mais baixa mas com uma bundinha linda em um biquíni amarelo. Estavam de óculos escuros e notei que ambas ficaram me olhando, discretamente. Não sei porque as pessoas acham que quando estão de óculos de sol, podem olhar uma outra sem serem percebidas. Eu quando quero olhar alguém sem ser notada, viro meu rosto para outra direção e “espio” com o canto dos olhos. Mas elas não, fitavam-me de frente mas agiam como se não estivessem me vendo.

 

Logo saquei o que rolava ali. Era um casal, a morena era a namorada da relação. Resolvi investir numa paquera, mesmo sabendo que talvez a loira não gostasse muito da idéia. Peguei a câmera na sacola e fiquei fazendo fotos aleatórias. Uma pipa japonesa pairava no ar em sentido oposto ao delas, Exibi meu corpo, especialmente minha bunda, em situações diversas, abaixando para focalizar os pontos que fingia fotografar. Virava de surpresa e pegava as duas admirando minha silhueta, desconcertando-as. Depois me virei para o lado em que estavam e fiz algumas fotos. Quando apenas uma estava olhando, fazia uma foto dela.

 

Desta forma, cada uma pensava que eu estava interessada em si, mantendo a outra sem esta informação. A loira, presumivelmente ativa, ficou interessada em tudo que via. Disfarçadamente evitava me fitar quando a morena estava conversando com ela. Por outro lado, a cada “descuido” da loira, a morena era quem olhava tentando se certificar se eu estava mesmo interessada. Para ela eu sempre apontava a câmera e fotografava, depois sorria. Ela então passou a fazer “poses”, meio disfarçadamente. Já a loira, para poder me encarar, tentava chamar a atenção da morena para outras direções, ficando livre para me fazer sinais.

 

Quando a morena foi ao toalete do barzinho, fui também. Ele ficava atrás do bar, de lá não se podia avistar a praia e os seus freqüentadores. Esperei na porta sem dar sinais de que estava ali, quando ela abriu a porta, fingi estar chegando e fui entrando. Meu corpo encostou-se no dela, que se assustou a princípio. Minha mão direita tocou seu quadril e levantando a cabeça, deixei minha boca a menos de um palmo da sua, fitando-a nos olhos. Ela fechou os olhos e a beijei forte, agarrando seu corpo com as duas mãos. Quase tirei seu biquíni, acariciando-a por todo o corpo. Ela gemeu e pediu que não, que estava acompanhada. Então tentei marcar um encontro mais tarde, mas ela disse que era impossível. Falei para ela levar a namorada, poderíamos ficar juntas as três e determinei:

- Espero vocês em casa as nove, é aquela branca, grande, perto do costão, sabe qual?

- Aquela? Sei. Mas não sei se vai dar, estou acompanhada.

- Posso convidar sua namorada? Você não vai ficar com ciúmes?

- Pode! Mas acho que ela não vai querer, é muito ciumenta.

- Deixa comigo! Agora me dá um beijo e volta pra lá, certo?

 

Nos beijamos, agora ainda mais intensamente. Ela gemia a cada passada de mão nos peitinhos e uma pegada mais forte na bunda. Deixei-a ir, fiquei ali alguns minutos pensando em como eu estava sedenta por uma mulher. Estava mais afoita, mais descuidada com relação a manter as aparências, mais livre quanto aos meus desejos. Gostei disso, acho que se parece mais comigo.

Percebi movimento na porta e pensei:

- É muita sorte se for a loira. Mato dois coelhos com um tiro só.

Espiei pela fresta e fiquei excitada. Era ela. Logo me veio a idéia de fazer a mesma coisa, agora no sentido oposto. Fingir ser surpreendida e deixar a loira tomar a iniciativa, se quisesse. Olhei de novo e abri a tranca. Sabia que ela ouviria o barulho característico que indicaria eu estar saindo do toalete. Ela estava num ponto que não favorecia aplicar meus planos, então sai de costas e me virei sobre ela, fingindo desconhecer sua presença. Fui parar nos seus braços, que me protegeram de um possível impacto.

 

Gemi e fingir ter me assustado, abraçando-a pela cintura. Ela não resistiu e veio inteira sobre mim. Puxei- a para dentro do toalete e incentivei-a, oferecendo minha boca para seu beijo revelador. Ela não perdeu a oportunidade, me agarrou e foi me beijando e me afagando, como eu havia feito com sua namorada. Mas ela era muito safada e foi logo nos meus peitinhos, que chupou com experiência e um tesão enlouquecedor. Apertava minha bunda e buscou minha boceta com uma das mãos. Abri as pernas para permitir seu acesso, ela adorou e falou no meu ouvido:

- Gostosa! Estava de olho em você, onde posso te encontrar depois?

- Calma querida! Também quero uma coisa sua, que tal nós três lá em casa as nove?

 

Ela parou tudo, fitou-me nos olhos e sorriu. Pareceu pensar e adivinhar que algo já havia rolado ali antes, pela demora da sua morena. Depois me pegou pela cintura e me apalpou, olhou nos meus olhos e disse:

- Não sei se ela topa, mas você vale a pena que eu insista. Onde você mora?

- Sua namorada sabe, combine com ela, estarei esperando. E me desvencilhei, deixando-a com água na boca.

Sai do toalete e fui até a morena, que estava deitada ao sol. Abaixei-me e disse:

- Está tudo certo, só finja que vai topar por ela, assim não rola ciúmes, entendeu?

- Ela topou? Mas estava desconfiada que eu te encontrei lá, estava puta!

- Cena querida, só não vai ficar com ciúmes agora, isso é prazer, não confunda com romance, certo?

 

Nem esperei pela resposta. Voltei para o meu quiosque, não queria que a loira nos visse conversando. Deitei na canga e fiquei espiando por sob o braço cruzado na altura do rosto. A loira voltou e ficou conversando com ela. De vez em quando elas olhavam e sorriam, não tinha certeza se iriam, mas que a idéia agradou a ambas, isso agradou. Depois de alguns minutos a loira veio até mim, com um sorriso amistoso disse-me:

- Podemos ficar juntas? Assim podemos nos conhecer.

- Claro! Preferem vir pra cá?

- Telma! Chamou a morena, dizendo para que trouxesse as suas coisas para o meu quiosque.

 

- Querem cerveja? Perguntei.

- Queremos, estávamos esperando um pouquinho pra começar. Você começou cedo, heim? Disse a loira.

Fizemos as apresentações e logo estávamos as três sentadas e conversando animadamente. Eu estava com tanto tesão que achei melhor partir logo para a ação, nove horas da noite ainda era muito distante. Perguntei se eram namoradas, casadas . . .

- Somos namoradas, estamos juntas apenas há alguns dias. Respondeu a morena.

- O que vocês acham da gente ir lá pra casa? Tem piscina, podemos ficar mais a vontade, perguntei.

- Podemos, né? A loira fez sinal para obter o consentimento da morena.

- Vamos, adoro piscina. Respondeu.

 

Fechei a conta e fomos caminhando pela praia. Quando chegamos dispensei a filha do seu Manoel, que estava fazendo uma arrumação totalmente desnecessária e, aquela altura, inconveniente. Tranquei os portões e fomos para a pérgula da piscina. Desinibida, entrei no chuveiro da rua e retirei o biquíni. A loira, experiente e sabendo o que eu queria, praticamente determinou a morena que viesse para junto de mim. Depois se sentou numa das mesinhas ao lado e bebendo a cerveja que eu havia servido, ficou apreciando a cena.

 

Recebi a morena com delicadeza, fingindo dar um banho nela. Fui retirando as peças do biquíni, desamarrando primeiro das costas e depois da nuca, com um generoso intervalo entre cada passo. Assim, seus peitinhos ficam a mostra, depois escondiam, voltando a ficar exposto pela ação das minhas mãos. Com o canto dos olhos percebi que a loira iniciou uma masturbação, tímida ainda. Retirei a calcinha da morena e então fui beijando seu corpo, primeiro a boca, o pescoço, os peitinhos até chegar na bunda, onde mordi as papadas, arrancando dela alguns gritinhos e gemidos. Com os pés puxei para mais perto o colchão de ar e coloquei seu corpo molhado nele. Beijei-a inteira até os dedos dos pés, ela ficou excitada e demonstrou isso com a boceta exalando um perfume e toda molhadinha.

 

Minha língua circulou seu clitóris e ela gemeu alto. A loira não resistiu, veio para chuveiro e banhou-se rapidamente. Ajoelhada no colchão de ar, chupava a morena, arrancando dela os primeiros gritos de prazer. Quando estava iniciando a penetração com a língua, senti minha bunda sendo afastada para as laterais e a língua da loira no meu cuzinho, circulando com competência. Enlouqueci.

A morena já berrava, o tesão que a loira me proporcionava atrás, eu transferia para sua bocetinha e ela logo gozou na minha boca. Chupei toda a sua boceta e ela berrava, então a penetrei com os dedos enquanto se debatia no colchão de ar.

 

A loira sabia tudo. Determinada, me penetrou também com os dedos e arrancou de mim o primeiro orgasmo. Cai para o lado onde a morena se refazia do gozo. Ficamos trocando beijos quentes e ansiosos, tocando-nos nos peitinhos. A loira chupava nossas bocetas, ora uma, ora outra. Enquanto isso, seus dedos penetravam uma, depois a outra, Eu e a morena gozamos juntas, abraçadas. Uma na língua, outra nos seus dedos competentes. Ela veio para cima da namorada e com um tribadismo eficiente, chegou ao seu orgasmo minutos depois. Deitou-se entre nós e ficou nos acariciando, dizendo que éramos as mais gostosas, as mais lindas, as mais tesudas.

 

Ficamos por mais de meia hora assim, conversando sacanagens e nos acariciando. Bateu a fome e fui até a cozinha. Com a ajuda da loira, que por vez ou outra me pegava com tesão; preparamos uma super salada e grelhamos frango. Eu estava adorando aquilo.

Levamos tudo para fora e comemos na beirada da piscina, com os corpos imersos na água. Depois as convidei para subir para o quarto. Lá, meus “brinquedinhos” iriam surpreendê-las. Mas a surpreendida fui eu.

 

A loira e a morena se apossaram de mim. Pareciam conhecer as técnicas do uso daqueles falos com maestria. Fui seviciada. Depois assisti a loira “comer” a bunda avantajada da morena que berrou como uma bezerra, em gozos seqüenciados e lambendo minha boceta já ardida. A loira, além de demoníaca com aqueles “brinquedinhos” nas mãos, era insaciável. Propositadamente deixava uma se recuperar e logo partia para outra. Que preparo físico. Eu, estava acabada. Adormeci por horas.

 

Quando acordei elas estavam dormindo. Fui para a banheira e imergi até o pescoço. Ardia inteira. O sol havia pegado meu corpo de jeito na piscina. Minhas marquinhas haviam sumido, mas minha pele havia sofrido algumas conseqüências. Estava ali pensando como corrigir tal situação quando a morena entrou no banheiro. Estava zonza. Sentou no vaso e ficou me olhando.

- Você é muito gostosa, mulher! Disse-me. Que surra nós levamos, né? Referindo-se a loira.

- Você está bem servida de namorada, ela é muito tesão. Disse.

- Mas nunca tínhamos feito assim, ela me surpreendeu também.

 

Depois veio para a banheira e deitou-se ao meu lado, me dando beijinhos e dizendo como eu era cheirosa, gostosa e carinhosa. Falamos de tudo um pouco e marcamos um encontro só eu e ela, havíamos gostado do sexo mas queríamos uma coisa mais “suave” só entre nós. Pedi para ela me secar e passar um creme hidratante e um pós-sol nas partes mais afetadas. Ela adorou aquilo, era mais romântica, mais carinhosa. A loira era mais sexo e eu gostei do jeito das duas, mas cada uma a seu tempo. A morena satisfazia meus instintos de “pegadora”, a loira para quando quisesse ser “pegada”.

Depois passei hidrante na morena e emprestei um vestidinho meu, que apesar de ficar bem justinho nela, deixou-a ainda mais atraente.

 

Quando a loira finalmente acordou havíamos feito um jantarzinho para nossa “algoz”. Levantamos bem a bola dela, dizendo que ela era o máximo e merecia. Com o ego lá no topo, nossa noite de sábado e o domingo chuvoso que se abateu sobre a vila, foi mais um espetáculo. Quando voltei para casa ainda podia sentir as ardências, mas não era do sol. A morena cuidou de mim direito, estava hidratada e com o corpo bronzeado. Sem marquinhas!

 

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ESTAMOS DE VOLTA - LEIA JÁ NOVOS CONTOS  (MENSAGENS AOS LEITORES) escrito em terça 22 janeiro 2008 00:59

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FÉRIAS DELICIOSAS  (Contos Dela) escrito em segunda 21 janeiro 2008 00:56

No fim do ano havia tomado uma decisão: minhas férias seriam dedicadas integralmente ao ELE. Morando em cidades distantes, viajando constantemente, com o nível de estresse sendo elevado dia-a-dia no trabalho e fazendo incursões fortuitas na noite em busca de diversão; tudo parecia distante dos meus objetivos traçados na virada do ano anterior.Quando cheguei na casa da praia no último decênio do ano já encontrei o ELE a minha espera. Como sempre, tudo estava preparado. Eu só tinha que decidir “quando” fazer os “o que” planejados para nós. Teríamos trinta dias inteiros para nós, mas ELE planejou muito mais opções, todas especiais; meu trabalho era apenas escolher “qual” queria para cada dia. Meu foco ficou restrito a três situações: comer suas especiarias culinárias, curtir a praia o máximo possível para ganhar um bronzeado estonteante e freqüentar os barzinhos da região para exibir minha nova cor. Arriscando ganhar alguns quilinhos, não poupei dedicação para degustar os camarões, peixinhos e outros pratos exóticos que ELE preparou com a dedicação costumeira. Tudo regado a chopp artesanal, nova sensação que o ELE fazia questão de me proporcionar. Na praia o calor e a sede eram abrandados com água de coco verde e cerveja, dependendo do horário. E foi no mar que o meu instinto de “safada” não pode ser contido, para retribuir todo o carinho que o ELE me enredou nestas férias.Ficamos num cantinho a poucos metros das pedras, onde o mar era sinalizado como perigoso e isso afastava os demais freqüentadores. Eu e o ELE tínhamos pouco mais de trinta metros de mar quase exclusivos, numa faixa de praia logo adiante disputada centímetro a centímetro. Neste espaço, logo depois que entravamos na água, eu tirava o biquíni e ficava me esfregando no ELE assim, peladinha, fazendo ele se sentir o meu “rei”. Esta atitude me rendeu momentos especiais de paixão e tesão no mar, na areia, no chuveiro em casa e na cama, quando deveríamos estar repousando nossos corpos. Sem falar na sessão “hidratação” quando passávamos creminhos para preservar nossa pele dos efeitos do mar e do sol. Um passava no outro, e os comentários sobre as “marquinhas” das roupas de banho, embalavam as preliminares que rolavam a seguir para culminar com sexo de qualidade e intensidade cada vez maior a cada dia. Depois, soninhos reconfortantes para recarregar as baterias e enfrentar com prazer nossas incursões noturnas nos barzinhos do lugar. Neste período só não fomos a praia dois dias e não saímos a noite em três ocasiões. Minhas roupas se resumiram a biquíni durante o dia e um vestidinho ou saia curta, muito curta, durante a noite. O resto do tempo era literalmente peladinha. Nestes trinta dias usei calcinha em duas ocasiões. Uma vez que coloquei um shortinho para caminhar na praia em fim de tarde nublado e quando fui ao supermercado comprar algo que precisávamos, nem mesmo lembro o que. Vou contar uma de nossas saídas noturnas, todas as demais mudam apenas a roupa escolhida e os personagens. Talvez também a seqüência dos fatos, mas de resto o enredo foi o mesmo. Neste dia escolhi uma saia curtíssima, balonê, com estampa de recortes multicoloridos e um top transpassado, branco; cujo decote abria a visão para quase a totalidade do meu tronco. Quem olhava para mim não conseguia ver, de frente, os bicos dos seios e poucos centímetros de pele que o top escondia para poder se sustentar no meu corpo. Um par de brincos, uma tornozeleira, um anelzinho no dedo do pé e um tamanco completava o “look” sapequinha. Uma chopperia com mesinhas na calçada foi nossa opção e ficamos numa mesa bem na entrada do lugar, mas ainda na calçada. Era sentar e a bucetinha explodir para fora da saia, alva e depilada completamente, ressaltada pela pele bronzeada das coxas. Cruzar as pernas era a única solução para não deixar que os olhares se fixassem nela. E esta passou a ser minha brincadeira preferida. Cruzar e descruzar as pernas, rapidamente, para mostrar a quem “merecia” meu tesouro de prazer. A primeira “vítima” foi uma garota de óculos, muito interessante, que não tirava os olhos de mim. Única mulher da mesa de seis rapazes alegres e jovens, que buscavam identificar “bofinhos” para coroar suas noites. Algumas cruzadas de pernas depois, de míope ela ficou vesga. Mas isso chamou a atenção também de um rapaz de barba, em outra mesa, que passou a beber chopp com o acompanhamento de suas próprias unhas, que começou a roer, acho que de nervoso, coitadinho. As incursões ao toalete eram um outro showzinho a parte. Balançando de acordo com os meus quadris, a sainha deixava a mostra - de um lado e depois do outro - a papada da bunda. Olhares curiosos, escandalizados, repressores, admirados, encantados, extasiados, ambiciosos e até invejosos, acompanhavam todo o trajeto da entrada do bar até o acesso ao toalete. Um percurso de pouco mais de quinze metros em zig-zag entre as mesas e freqüentadores. Quando tinha fila de espera para usar o toalete, a posição moleca de ficar encostada na parede e um dos pés apoiado atrás, permitia visualizar na penumbra aquela marquinha alva que gerava a discussão pretendida: estaria ou não sem calcinha? Podia perceber a curiosidade sendo discutida nas mesas mais próximas e até alguns comentários mais ousados ou discriminatórios: - É moda agora não usar calcinha, não viu na TV?- É coisa de puta, isso!- Devia ter vindo assim também, talvez você prestasse mais atenção em mim. A cada chopp eu ia ficando mais ousada. O tesão aumentava a cada sussurro, cada olhar mais intenso, cada tentativa de se certificar do que percebeu ou pensou ter visto. Mas o prêmio sempre ia para os mais discretos. Para esses, a cruzada de pernas ou descruzada, era mais generosa, mais lenta. O gole longo na bebida, que se seguia após ver tudo que deixava a mostra, confirmava que “viu” e “gostou do que viu”. Enlouquecer era o objetivo. A cada dez ou quinze minutos alguém atingia esse ponto. E eu ficava cada vez mais excitada. Para um metidinho a conquistador o efeito foi inverso. De pé, aguardando uma mesa, ele e seus companheiros estavam em frente, mais para a direita da minha posição. Foi alertado pelo amigo, que sinalizou minha presença e a atração. Com os dedos fez sinal para eu “liberar a paisagem”. Coitadinho, nem suspeitava de que eu escolho quem pode e quem não pode. E minha decisão foi: ele não poderia ver nada! Quando estava bem concentrado em ver, eu virada meu corpo para a esquerda e abria as pernas. Ele imaginava: se eu for para aquela posição, vou poder ver tudo. E se deslocava para lá. Quando estava chegando a minha frente, na nova posição, eu cruzava as pernas e fechava “as cortinas” do meu show. Na seqüência, virava o corpo para a direita e voltada a provocar alguém que escolhi poder ver. Ele voltava, quase correndo, e de novo era vedado para visualizar o que queria presenciar. O garçon veio chamar seu grupo, uma mesa dentro do bar vagou. Todos foram, menos ele. Ficou ali postado e por quase meia hora brinquei de “gato e rato” fazendo-o transitar de um lado para outro. Desistiu com sinais de mão, indicando o polegar para baixo. Ganhou um olhar de desprezo, para aprender a não se achar o irresistível. Seu amigo, mais discreto se deliciou, ele só caminhou de um lado para o outro. Mais tarde, quando fui ao toalete, ele tentou me pegar pelo braço, provavelmente para “reclamar”; mas seu amigo me protegeu, fingindo ajeitar sua cadeira para dar passagem. Enquanto isso o ELE era “paquerado” por uma mesa com três mulheres, as minhas costas. As “safadas” estavam querendo experimentar meu experiente parceiro, fazendo sinais e querendo levá-lo para a sua mesa. Coitadinhas, ficaram a ver navios. ELE estava mais concentrado e apreciar minha diversão, este era seu entretenimento maior naquela noite; nada o faria desviar sua atenção. Se elas soubessem o que ELE estava “assistindo” a menos de um metro, teriam desistido mais cedo. O público heterogêneo do bar permitia escolher para quem apresentar meu “showzinho” particular. Apesar da grande maioria dos freqüentadores estar representado por “patricinhas da classe operária”, oriundas de uma cidade industrial próxima; havia gente bem interessante para me exibir a vontade. Chamava atenção a altura de bonitas mulheres loiras e de olhos claros e alguns rapazes de físico bem dotado. Além de outras partes que iam aparecendo, por assim dizer. Um rapaz que presenteie com algumas descruzadas de pernas especialmente para ele, deixou a emoção dominar seu membro por baixo da bermuda. Acompanhei seu “crescimento” e sua inquietação com a visão que tinha de onde estava, bebendo ansioso seu chopp a cada “apresentação”. Acho que sua namorada acabou se dando bem, logo ele a convidou para ir até a praia e mais tarde achei que ela estava com um sorriso de satisfação nos lábios; quando voltaram com as roupas com sinais inconfundíveis de que estiveram rolando na areia. No meio da madrugada recebi o meu presente pelo desempenho no bar. De volta para casa, a pé, ELE me pegou numa esquina escura e me instalou contra a parede de uma padaria. Meu prazer, associado ao receio de ser vista naquela situação, foi sentir todo o tesão que ELE sente por mim depois de todos esses anos juntos. Estava um garoto safadinho, levantou minha sainha e me fez sentir sua paixão pelo meu corpo quente e bronzeado. Ainda me virou de costas e minha bundinha sentiu toda a pressão que minhas brincadeiras fizeram com sua excitação.Férias deliciosas, pena que acabaram!

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FÉRIAS - Ausência Temporária  (MENSAGENS AOS LEITORES) escrito em quinta 20 dezembro 2007 21:39

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