Já fiz teatro na juventude. Depois que o diretor
com quase o dobro da minha idade de ninfeta quis me comer, acabei
deixando as aulas e fui procurar outros hobbies. Mas sempre fiquei
com aquela “chama” da interpretação no
sangue. Acho que por isso qualquer tipo de
manifestação artística me atrai. Adoro circo,
por exemplo; desde criança.Faz mais
ou menos dois anos estava viajando a trabalho de carro pelo
interior, sozinha, voltando para casa. Era sexta-feira, faltavam
ainda uns 200km e chegaria perto do anoitecer. No painel acendeu
uma luzinha que não sabia o que significava. Estacionei no
acostamento e peguei o manual no porta-luvas, queria saber o
significado daquilo.Putz!
Aquecimento. Problemas de radiador. Sabia que não tinha nada
a ver com o rádio, pelo menos; e que era
grave. Não passava ninguém e estava no meio de uma
imensidão plana, plantação de soja se
não me engano. Cidade mais próxima talvez uns 30 ou
50km adiante. Esperei um pouco, não passava viva alma,
liguei o carro e a luzinha não acendeu. Reiniciei a viagem.
Minutos depois vi um acampamento, adiante. A luzinha voltou a
acender e me dirigi para
lá.
Era um circo, desses bem familiares, de
ciganos mesmo. Mesmo morrendo de medo pelo que dizem desses
ciganos, me armei da falta de preconceito que rege meus
princípios e encarei a situação. Boa hora para
comprovar que tudo não passava de lenda, de coisas para
assustar as crianças e não falarem com
estranhos. Entrei
com o carro já esfumaçando o capô do motor. Nem
precisava falar sobre o que não saberia precisar, a
situação era auto-explicativa. Um senhor veio me
receber, falando um português ininteligível, com
sotaque que não sabia precisar ser espanhol ou coisa que o
valha. Era um acampamento grande, devia ter umas dez ou doze
tendas, além de trailers e três caminhões
enormes, carretas como se diz. Só não havia
veículos pequenos. Muitas crianças, que logo vieram
correndo até mim e mulheres, muitas mulheres de todas as
idades. - Preciso
de ajuda, tem algum mecânico aqui? Perguntei para o
senhor.- “Non, eston
fuera, solo mañana”. (O que entendi foi que não tinha,
que estavam fora e só voltariam
amanhã.)- Putz!
Tem uma cidade aqui perto? Quanto tempo pra chegar
lá?Sem me
responder, o homem abriu o capô do carro e fuçou em
tudo com as mãos, tirando-a e lambendo os dedos quando
queimava as pontas ao encostá-los em alguma parte
quente.-
“Veña, veña, non sê como ajudarte”.
E fazia sinal com a mão para acompanhá-lo. Tranquei o
carro e corri para alcançá-lo, com a criançada
toda atrás, de todos os tamanhos e
sexos. Levou-me
para o maior trailer, onde uma mulher exótica e olhos
imensos; sorriu para mim, trocando de lado a
criança pequena que tinha nos
braços, apoiada no quadril. As roupas coloridas e a pele
morena, com diversos colares e pulseiras, além de
anéis, formavam um conjunto puxando para o dourado.
Também tinha sotaque espanhol, mas entendia perfeitamente
tudo que dizia:- Seu
carro está avariado? Para onde está indo? Está
sozinha?- Para
Curitiba, faltam perto de 200km, preciso de um mecânico, ele
disse que só amanhã. Respondi
parcialmente.- Sim!
Sim! Os homens estão vindo ainda, voltaram para buscar um
caminhão que quebrou em Foz, só estamos as mulheres
aqui, as crianças e alguns velhos, ninguém que possa
ajudar. Para
piorar ainda mais a situação começou a chover
forte, com relâmpago e trovoadas, tempestade que nem havia
percebido se formar, senão teria ficado para vir no
sábado. Um vento demolidor apareceu do nada e as tendas
vibravam como se fossem levantar
vôo.- Tem
alguma cidade próxima daqui? Quanto tempo?
Perguntei.-
Não sei dizer, paramos aqui pela manhã, não
avançamos mais por causa do caminhão quebrado,
atrasado.- Putz! E
agora? E nem pega celular aqui, está completamente sem
sinal. Posso ficar um pouco aqui?
Perguntei?- Sim!
Sim! Anastácia? Onde estás? Dê algo para a
mulher beber. Estás com fome?
Perguntou.-
Não senhora, obrigada. Mas aceito uma
água. De dentro
do trailer apareceu uma jovem belíssima, não sei
precisar a idade. Mas tinha em torno de 18 anos; talvez pela
quantidade de adereços muito menor que a senhora parecia
mais ocidental. Apenas os olhos eram semelhantes, grandes e
afastados. As sobrancelhas eram bem grossas e negras e parecia mais
um bicho do mato do que uma pós-adolescente. Os cabelos
vinham na cintura, também muito pretos. Trajava aquela roupa
típica cigana e a saia era muito larga, talvez pelas ancas
largas. A blusa sem alça e decotada ampliava seus peitos
fartos. Mas parecia altiva, cabeça ereta e olhar misterioso.
Veio com uma espécie de maiô cheio de franjas, na
mão; trazendo junto um kit de costura, parecia estar
pregando lantejoulas ou coisa
semelhante. - Sirva
água para a moça, depois venha ter com ela. Vai ficar
um pouco até resolver como faz para sair daqui. Disse a
mulher, quase me informando que eu me virasse para resolver o
problema do carro. Olhei em volta e todos haviam sumido; as
crianças correram da chuva, o velho “evaporou” e
a mulher entrou no trailer, junto com a garota que nem havia
saído dele. Estava escurecendo, comecei a pensar como ia
fazer. Talvez a solução fosse ir andando e parando
até encontrar alguém que resolvesse o problema.
Não sabia se isso era possível. Estava tentando
descobrir uma saída, mentalmente, quando a garota
reapareceu, com um jarro de vidro e um copo, servindo-me de
água. - O que
são vocês? Ciganos? Para onde estão indo?
Perguntei.-
É um circo, somos ciganos. Estamos esperando os homens
voltarem de Foz.- Seu
nome é Anastácia, certo? O meu é ELA, muito
prazer. Obrigada pela água.-
Você está indo para onde? O que aconteceu com seu
carro? Perguntou.- Para
Curitiba, voltando para casa. Estava trabalhando em Foz, mas o
carro “ferveu”,
entende?- Sim,
meu noivo era mecânico aqui no circo, sei como
é.-
“Era”? Não é mais? Ele está com os
outros em Foz?-
Não, ele foi morto no Paraguai. Por isso estamos fugind....
vindo para o Brasil. Eu
percebi o cheiro de encrenca naquela história. Arrastei um
banco para próximo de onde estava sentada e disse a
ela:-
Sente-se aqui, me conta esta história. Teu noivo foi morto?
Assassinado? Acidente?Ela
sentou-se e abaixou tanto a voz que mal conseguia ouvi-la.
Contou-me por alto o que havia se passado e pareceu sincera, mas
estava tão desconfiada que não fiquei completamente
convencida. O rapaz se meteu com algum paraguaio, desses que
contrabandeiam coisas para o Brasil e os dois acabaram brigando
pelos resultados dos negócios. O paraguaio tem um bando e
matou o rapaz, além de “expulsar” os ciganos ou
mataria a todos. Ela era noiva e se casaria dali alguns meses. De
toda forma, já havia se passado um mês e fugiram em
razão de uma tentativa de vingança malfadada, por
parte dos ciganos. Por isso os homens todos foram buscar o
caminhão que ficou para trás, precisavam estar
reunidos caso estivessem sendo
perseguidos. Fiquei
intranqüila. E se os paraguaios aparecessem e fizessem o
serviço ali, só mulheres, velhos e crianças,
ia ser uma chacina. Putz!, tinha que sair dali, mas como? Acho que
meus olhos revelaram meu pavor de continuar entre aquela gente. Ela
então tentou me acalmar:-
Não se preocupe; os paraguaios não virão
até aqui, sabem que não podem passar na fronteira com
armas. E o que queriam era que fugíssemos, teriam matado a
todos se quisessem, ainda no Paraguai. Vou falar com minha
mãe, acho melhor achar um lugar para você ficar e
esperar os homens até amanhã; eles sabem concertar
seu carro. E entrou no trailer, demorando tanto que me senti
abandonada.E a chuva
não dava sinais de que ia parar, estava escuro já,
como faria? Essa era a questão que não sabia
responder. Bem, vou puxar o carro bem aqui pro meio e dormir dentro
dele, vai ser o jeito, pensei. Não deveriam me impedir,
não estaria atrapalhando
nada. Imersa
nos meus pensamentos, nem percebi ela sair do trailer, quando vi
já estava na minha frente, olhando minha cara de assustada e
provavelmente pensando em como se livrar de mim, a mando da
mãe. Ficamos alguns segundos assim, uma olhando pra outra,
até que ela ameaçou um sorriso e me
disse:-
Você vai ficar no trailer que era do Juan, pra não
ficar sozinha vou ficar lá com você, amanhã os
homens consertam seu carro e você volta pra casa. Está
mais calma?- Putz!
Mas não vou incomodar? Eu posso dormir no meu carro,
é só trazê-lo mais aqui para o meio;
falei.-
Você decide, estou oferecendo um lugar mais
confortável, vamos até lá para você ver,
depois resolve como quer se instalar. Venha! Pegou-me pela
mão e arrastou-me para o fundo do acampamento. Abriu um
trailer que estava no final do semicírculo e ligou a tomada
de um fio que estava pendente. Tudo ficou
iluminado. Era um
trailer quase novo, apesar de decorado com muito colorido para o
meu gosto. Estava limpo e arrumado, depois ela me confirmou que o
mantém assim desde a morte do noivo. Ninguém estava
usando porque ele não tinha família ali, viera para
casar com ela, a intenção era de que os dois
partissem para juntar-se aos familiares dele no
Chile.Da sacola
que trouxe consigo, tirou salame, pão e vinho. Pegou
taças e sem me perguntar nada, serviu-me. Suas mãos
eram perfeitas, grandes, com unhas muito bem feitas. Não
largava o maiô e a agulha, sentou-se e retomou sua tarefa de
pregar as lantejoulas. Enquanto isso,
tagarelava.Contou
sua vida toda, desde criança. Países por onde passou,
cidades onde se apresentaram, funções que exerceu,
desde bilheteira na infância até a atual de
“alvo vivo” para o atirador de facas e assistente do
mágico. O maiô que costurava era para ser assistente,
completava o figurino uma capa que não estava ali para
mostrar. Perguntei
se tinha como tomar um banho e ela me indicou um cubículo de
menos de 1m², alertou-me que havia pouca água, que eu
fosse rápida. Estendeu-me uma toalha lilás com as
bordas rendadas e um monogramo bordado “AJ”, que
traduzi como sendo do seu enxoval com as iniciais dela e do
ex-noivo. Só então me lembrei que havia deixado a
mala no carro, mas com aquela chuva e agora de banho tomado,
não ia sair lá fora. Não tive coragem de pedir
a ela que o fizesse, estava quente, dormiria assim, pelada mesmo.
Enrolada na toalha, bebi mais vinho que ela não parava de
servir. Acho que já devia estar bem “altinha”,
pois parou de pregar as lantejoulas e agora só me
observava. Seus
olhos percorriam meu corpo e nossos olhares se cruzavam, sempre
abrindo sorrisos uma para a outra. A toalha cobria apenas dos meus
seios até um palmo abaixo da bunda, minhas pernas ficavam
totalmente à mostra e percebi que ela olhava muito para
minha pele clara. Perguntei porque me olhava tanto e ela ficou
encabulada, mas me confirmou que a pele clara era muito diferente
para ela, não tinha visto ninguém assim antes. Uma
gritaria lá fora me fez dar um sobressalto, enquanto ela nem
se afetou.-
Será que são os paraguaios? Perguntei já em
pânico.-
Não! Esqueça isso, é apenas um casal que briga
todas as noites antes de dormir, os vizinhos estão brigando
junto para que se calem mais rápido, abrindo um sorriso
largo. E me serviu mais vinho. Por via
das dúvidas espiei para fora mas estava tudo tão
escuro que não vi nada. Mas ela sim. Na
posição que fiz para espiar pela janelinha do
trailer, mostrei a ela toda a minha bunda e minha boceta raspada,
que a encantou. Quis ver de todas as formas e tive que tirar a
toalha para ela tocar. Passou suas mãos grandes pela minha
vulva e depois falou:- E muito
bonita assim, queria que a minha também fosse
igual.-
É retirado com cera quente, dói bastante mas leva
muito tempo para crescer; falei.Ela ficou
admirando e aquela ralação de mão já
estava me deixando mole, com todo aquele vinho na cabeça
já estava tendo idéias; quando ela perguntou se eu
queria deitar-me. Respondi
que sim, que era melhor mesmo a gente ir dormir. Então ela
abriu uma cama de dentro do que pensei ser um armário, que
dominou todo o espaço onde estávamos. Como ela sabia
de tudo por ali, imaginei que devesse fazer amor com seu noivo
naquele lugar e perguntei se tinha saudades dele, de deitar com
ele.-
Não! Ela respondeu com olhos arregalados. Não
podemos. Temos que casar primeiro.-
Então você é virgem?
Perguntei.- Sim,
sou casta! Enquanto tirava suas roupas e todos aqueles
acessórios, colocando-os sobre uma prateleira perto da
porta. Como eu, ela ficou nua em pelo e quando se virou pude ver
seus pentelhos negros e muito fartos. Como tambem eram fartos seus
seios e sua bunda grande, mas muito firme. Tinha uma cinturinha
totalmente desproporcional ao seu quadril, muito largo. Mandou que
me deitasse, pois ia apagar as luzes,
obedeci. Ela
deitou-se ao meu lado e senti seu perfume, doce e acentuado.
Perguntou se estava com medo dos paraguaios aparecerem e respondi
que sim. Então ela me abraçou e ficou passando as
mãos no meu cabelo, com se quisesse me acalmar. Ficou
falando tudo de novo, que eles não viriam, que não
devia me preocupar e começou a cantar baixinho uma
canção que nunca tinha ouvido antes, mas era bem
agradável. Depois se ajeitou de novo e ficou um pouco mais
recostada, com minha cabeça sendo depositada no seu ombro,
sempre afagando meus cabelos. Pude sentir seu coração
acelerado e o perfume dos seus seios. Ela se virou um pouco mais e
achei que fez de propósito, porque foi o suficiente para seu
mamilo tocar meus lábios. Estavam bem duros e eram bem
pontudos. Coloquei
as mãos nas suas costas e comecei a afagá-la
também, então ela puxou minha cabeça para mais
perto de si e minha boca foi “penetrada” pelo mamilo do
seu seio. Passei a língua e ela gemeu. Senti que estremeceu
inteira. Ela me queria, pensei. E comecei a chupar seus peitos,
primeiro bem devagar, como se estivesse mamando. Depois fui pra
cima dela, coloquei minha boceta na dela e percebi sua
excitação. Estava toda molhadinha. Beijei-a na boca e
ela correspondeu ansiosa. Então não parei mais.
Chupei seu pescoço, voltei para os seios e fui descendo,
arrancando dela gemidos cada vez mais
estimulantes. Quando
cheguei na sua boceta ela estava com as pernas totalmente abertas e
não tive dificuldade de instalar minha cabeça entre
suas virilhas. Com as mãos afastei aquela imensidão
de pentelhos e comecei a chupar sua boceta doce. Passei bastante a
língua por tudo e depois fiquei brincando com seu
clitóris durinho de um lado para o outro. Ela agarrou meus
cabelos sem dó e começou a gemer cada vez mais alto
até explodir num gozo longo, se contorcendo toda e
comprimindo meu crânio entre suas pernas. Fui para cima e a
beijei, para que sentisse seu gosto nos meus lábios e
língua, ela chupou tudo como se quisesse me deixar sem
vestígios do seu olfato. No meu ouvido perguntou se podia me
chupar também e disse para
ela:- Pode
querida, sabe como fazer?- Nunca
fiz, mas vou fazer como você fez, está bom
assim?-
Hummmm!!! Vai ser ótimo, com essa língua grande que
você tem, vou adorar. Então ela se posicionou ao contrário de mim
e começou a chupar meus seios, que a esta altura pareciam
que iriam explodir. Meus peitinhos cabiam inteiros na boca grande
dela. E ela chupava, passava a língua e ficava com
tesão, então mordia; arrancando de mim gritinhos de
dor, prazerosa. Mas foi na minha boceta que ela me detonou. Enfiou
aquela língua grande em tudo, lambeu e chupou até que
eu gozei na sua boca, que não parou um segundo de me sorver.
Então fiquei de quatro e pedi que colocasse a língua
no meu rabinho, não perderia aquilo por
nada. Na sua
total falta de experiência, ela acabou por me proporcionar um
orgasmo espetacular. Fez no meu cuzinho o mesmo que havia feito na
boceta. Na falta de um clitóris, ela enfiou a língua
e ficou mexendo de um lado para outro, o que me deixou louca. Pedi
que enfiasse os dedos e fiquei pedindo mais e mais, até que
três grandes dedos juntos e completamente enterrados num
vai-e-vem frenético me levaram a explosão de mais um
gozo. Nem tinha terminado de gozar e ela estava ao meu lado me
pedindo aquilo também.- Faz em
mim, faz em mim, estou louca de tesão, quero você
lá dentro, ela disse.Recuperei-me um pouco, beijando sua boca insana e toda
lambuzada, enquanto atiçava seu clitóris duro como
pedra com as mãos. Coloquei-a de quatro e lamentei a escuridão, devia
ser uma visão do paraíso aquele rabo grande todo
aberto esperando por mim. Comecei lambendo a papada da sua bunda,
que mordia e chupava em intervalos precisos. Ela mesma abriu as
bandas da bunda com suas mãos, enquanto ouvia seus gemidos
abafados com o rosto enfiado nas almofadas. Lambi suas pregas e
cutuquei o cuzinho com a ponta da língua. Estava
completamente aberto, esperando uma penetração.
Pensei: “não vou dar conta com os dedos, isso merece
mais” Falei para ela esperar e fui até a porta, onde
sabia estar a gaveta com os utensílios de cozinha. Apertei o
botão do fogão e acendi uma boca, a
iluminação me permitia ver alguma coisa. Dentro da
gaveta um amolador de facas com o cabo redondo; perfeito. Trouxe-o
para cama e comecei a chupá-la de novo, até que
voltei a ouvir novamente seus gemidos
abafados. Quando
estava novamente no ponto iniciei a penetração e ela
ficou enlouquecida. Levantava a bunda e jogava o corpo para
trás, enquanto eu a penetrava até a
proteção do cabo. Essa garota urrou de tanto dar o
rabinho. E rebolava, pedia mais forte, e ficava se mexendo
horizontalmente para dentro e para fora daquele instrumento, de
joelhos sobre a cama.Quando
gozou berrou abafado com o rosto enterrado nas almofadas, falando
coisas em espanhol que mesmo sem entender, percebi serem
palavrões. Quando ela descobriu, finalmente, o que eu havia
usado para saciá-la, explodiu em gargalhadas até
quase engasgar. Antes de adormecer, discutimos vários nomes
para batizar o “garotão” que tinha dado tanto
prazer pra ela. Chegamos a conclusão, por dois votos a zero,
que seria chamado de
“Janjão”.
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