AMAZÔNIA LIBERAL  (Contos Dela) escrito em terça 04 dezembro 2007 22:05

Tenho muito poucas clientes mulheres, mas nas empresas tenho contato com as secretárias, assistentes e outras funções de compras, engenharia e desenvolvimento de produtos novos. Tem uma garota lindíssima numa empresa em Manaus que sempre suspeitei ser “das minhas”, apesar de ser casada com um engenheiro da fábrica onde trabalham. Naquela época ela tinha no máximo 24 anos e estava casada havia cinco anos. Seu marido era mais velho, já havia sido casado e tinha dois filhos. Ele fez vasectomia e ela estava resignada  não ter filhos naquela relação. Mineira de nascimento, foi para a Amazônia ainda adolescente; acompanhando a mãe viúva, que acabara de se relacionar com um homem daquela região. Sua pele clara era muito chamativa no local, mesmo ela tendo pintado o cabelo com uma cor mais clara para não sobressaltar tanto, segundo me disse uma vez. Fui algumas vezes jantar na casa deles e sempre percebi que ela deixava o corpo para eu roçar, naquelas situações de recolher a mesa e levar os pratos a pia, que eu não abria mão de colaborar. Ela era bem “gostosinha” e parecia ser bem assanhada também, contrastando com o marido, pacato, sisudo, mas uma pessoa agradável quando se conversa com ele. Era ela quem sempre me levava para o hotel, depois. Por diversas vezes encaminhou uma conversa de que deveríamos marcar alguma coisa só eu e ela. Queria me mostrar a natureza do lugar, coisas assim. Mas eu não ficava no fim de semana e não rolava nada, até porque sou bem “medrosa” quando o negócio é mulher dos outros. Por telefone ela sempre dizia algo para eu completar, se estava ou não programada em passar o fim de semana lá; quando avisava da minha ida a cidade. Mas sempre tinha uma agenda apertada e a coisa foi esfriando, talvez pela minha demonstração implícita de que não estava interessada. Mas alguma coisa me dizia que um dia ia rolar algum lance “quente” ali, não costumava me enganar. Por isso, talvez, minha prevenção para as suas insinuações; não tenho por hábito misturar as coisas. Ainda mais cliente, é sempre um problema a mais e minha experiência nesta área não me traz boas recordações . . .  Naquele inicio de setembro eu segui para lá com bastante pressa de voltar. Havia um feriadão e queria ir pra praia começar a tirar meu “branco escritório” do corpo. Maldito inverno! A reunião comercial foi tranqüila, só precisava passar no Desenvolvimento e fechar o cronograma para que os testes de produção fossem iniciados no ano seguinte com o acompanhamento da Engenharia. O único entrave era o fato do marido da moça, de quem falávamos, estar viajando pelo exterior e o substituto ficou meio “encagaçado” de dar o OK final. Desta vez ela não teve muito contato comigo, mas sabia que eu estava voltando no mesmo dia, que cheguei na madrugada e que não tinha me comunicado com ela antes, sendo tudo tratando pelo pessoal dos Suprimentos. Só encontrei-a na saída e foi ela quem me deu a notícia, toda animada, dizendo: - Você não vai escapar dessa vez, os controladores de vôo acabaram de entrar de greve, ouvi no rádio agora a pouco.- Como assim? Greve? O que isso tem a haver? Perguntei sem entender nada.- Seu vôo não vai sair, você está “presa” em Manaus.- Mas tenho que voltar, tenho compromissos; menti.- Pois ligue pra lá e desmarque, daqui você só sai depois que a greve acabar. E não tem previsão, está parado também em São Paulo, está um caos pelo que a noticia fala.- Minha nossa! E agora? Até já fiz meu check out no Hotel antes de vir pra cá. Falei.- Você é minha convidada, vai ficar lá em casa. Não se fala mais nisso. Decretou.Estávamos no meio da tarde, usei o telefone na escrivaninha dela para me inteirar da situação e me comunicar com minha empresa. Era tudo verdade, os controladores estavam em greve e meu feriadão estava marcado para um novo destino: Manaus.Não reclamei, a conjugação de coincidências – o marido dela viajando, a greve e minha curiosidade do que ela estava tramando – me excitava, apesar de eu tratar tudo com o máximo cuidado. Cinco da tarde fomos no seu carro para a casa dela. Aquele calor abafado da cidade, úmida e quente, estava me deixando mole antes mesmo da noite cair. Ela me convidou para a piscina da casa, era tentador. Mas eu não tinha biquíni, nada. Ela, bem dissimulada, me estendeu um dos seus, mas eu logo percebi que não serviria. Se ainda fosse de tiras, poderia improvisar, mas aquele modelo que ela me deu, sem chance. Então, como “boa anfitriã” ela sugeriu: - Você se incomoda da gente ficar sem nada? Eu fico também, pra ser solidária; disse quase sorrindo.- Não, mas não é devassado lá; disse fingindo pudor.- Não, eu mesma tomo sol aqui sem nada, o Carlos é que não gosta muito, mas nem ligo.- Ele não gosta? Mas não é estimulante? Perguntei.- Ele é muito “caretão”, não gosta muito de variar, sabe? Aquelas informações me excitavam, aquela mulher devia ser uma “fogueira reprimida”, estava começando a gostar daquela situação. Mas continuei fingindo, queria ver até aonde ela iria.Perguntou se eu gostava de cerveja ou se queria outra bebida e falei que adorava cerveja. Então me serviu uma lata de cerveja japonesa, muito diferente das nossas, uma latinha prateada com inscrições em azul. Era bem mais fina e mais alta, e o gosto era bom. Serviu também diversos petiscos: castanhas torradas, patas de caranguejo – que esquentou no microondas -  amendoim, além de avisar que iríamos comer num restaurante chinês mais tarde. Tiramos as roupas e fomos para a água, ela não tirava os olhos do meu corpo. E eu do dela, era realmente uma mulher espetacular. Grande, clarinha, mas sem marcas de biquíni, tudo proporcional, uma coisa. E tinha os pelos bem aparados, com grandes lábios que logo me deixaram louca para provar. Mas mantive minha postura de deixar ver o que ela faria, quais eram suas intenções. Ela mergulhava, se exibia toda, eu apenas observava. Então ela começou a questionar sobre minha vida, meus romances, minhas preferências. Contei só o que interessava para deixá-la em dúvida. Ela parecia não saber mais o que dizer, estava confusa, talvez estivesse certa da minha preferência por mulheres e agora eu estava fazendo ela pensar que talvez estivesse enganada. Então fez uma pergunta bem direta; contando antes que nunca tinha feito sexo anal, que o marido não gostava.- Você já deixou ser penetrada lá? Perguntou.- Sim; respondi. Mas não contei mais nada, se gostava ou não, nada.- E dói, como dizem? Continuou.- Como assim, dizem? Com quem você conversou sobre isso; questionei.- Ah! Eu leio aqui e ali, mas nunca nem vi. Meu marido não me deixa pegar nem aqueles filmes, sabe?- Pornográficos? Perguntei.- Esses! Nunca vi, tenho muita curiosidade. Afirmou.- Quem sabe fazemos isso hoje. O restaurante chinês não entrega? Podemos pegar uns filmes e assistir, o que você acha? Dei a letra pra ela prosseguir.- Não entrega. Mas meu marido vai saber, imagina! O pessoal da locadora vai achar estranho, não?- Eu pego, o que precisa pra locar? Perguntei- Ah! Vai precisar de uma conta de energia elétrica, querem confirmação do endereço. Acho!- Não, tenho uma idéia, perto do Hotel tem uma videolocadora. Vamos lá e digo que  estou hospedada, tenho até o cartãozinho do check-in, não devolvo nunca, está na bolsa.- E passamos no restaurante e pegamos o jantar, vou ligar e fazer o pedido. Disse, saindo da piscina e entrando na casa, com aquela bunda lindíssima, rebolando-se toda. Enquanto ela foi ligar toquei na minha boceta, estava quente, mesmo imersa na água. Estava excitada, precisava me controlar, queria ver o que ela faria, não partir pra cima dela. Voltou aos pulinhos, estava animadinha. Mergulhou e veio pra perto de mim, continuando a conversa.- Falei com o restaurante, marquei pras nove a gente passar lá e pegar, não queriam, disseram que não tinham embalagem de entregas, mas falei que levava uma marmita. E deu risada.- Comida chinesa de marmita, isso é novo pra mim, gosto de coisas novas; disse.- Gosta? Hummm! Eu adoro coisas novas. Experimentar. Estou me sentindo “presa” neste casamento, mas hoje vou “liberar geral”, falou; olhando nos meus olhos.- Que está pensando? O que quer disser com “liberar geral”, fingindo novamente uma preocupação com o que acabava de dizer. Ela sentiu o golpe, ficou meia perdida, sem saber o que falar. Então dei a saída, pra ver se ela encaminhava a conversa:- Desde que você não estrague nossa noite convidando seus “amiguinhos”, tudo bem pra mim. Ela sorriu e balançou a cabeça, negando minha alusão aos “amiguinhos”. Depois falou:- Não! Não tenho “amiguinhos”, nem faria uma bobagem dessas, tenho você aqui, acho que a noite vai ser muito melhor só nos duas. Acho que vamos “experimentar” coisas muito mais excitantes do que com ”amiguinhos”, sorrindo maliciosamente.- É, você vai finalmente ver o que quer nos “filminhos”, mas e se der vontade depois? Provoquei.- Bem lembrado! Como vamos fazer? Nossa, nem tinha pensado nisso. E agora? Fingindo que não havia falado nada sobre o assunto, momentos antes. Claro que ela havia dito que “eu” seria seu par se “desse vontade”, mas agora ela recuou, estava fazendo o mesmo jogo que eu. Queria que eu tomasse a iniciativa. Pois então, vamos ver qual o próximo lance. - Você não usa nada? Não tem consolos em casa; perguntei direto.- Nãooo! Imagina! Se o Carlos acha uma coisa dessas aqui em casa me mata!- Que faz quando está com vontade, então? Continuei provocando.- Ah! Me masturbo, enfio os dedos, procuro ele se está em casa. Respondeu.- Hummm! Então não passa vontade; perguntei de novo.- Passo, nem sempre ele comparece. Dorme cedo, sabe? E você, como faz, devolvendo a pergunta.- Uso consolos, tenho alguns. Falei.- Pôxa, podia tê-los trazido, nunca usei um. Disse sorrindo.- Mas quem disse que não trouxe? Trouxe dois, um com vibrador.- Mesmo? Quero ver! Me mostra! E tentou me retirar da piscina.- Estava brincando! Só queria ver seu jeito. Não trouxe, é claro; imagina passar com eles na revista da alfândega de Manaus, vai que caio na luz vermelha?- Pôxa! Você me deixou frustrada, estava toda animada! Disse, fazendo beicinho. Adorei aquilo, ela havia conseguido me deixar bem louca. Como eu previa, aquela mulher era um “poço” de sacanagem reprimida. Hoje era meu “lucky day!”. Continuei a excitá-la.- Tem um “sexy shop” no nosso trajeto para a videolocadora? Posso passar e comprar alguma coisa pra você? Quer?- Quero! Sei onde tem um! Mas nunca usei, como vou fazer? Perguntou com cara de inocente.- Ah! Isso você aprende rápido, está no instinto feminino, garanto! Não dando sinais de que ensinaria ou faria qualquer coisa com ela. Estava cada vez mais confusa, excitando-se e arrefecendo, a cada colocação minha. Estava adorando aquilo; ia explodir se não me controlasse. Então anoiteceu e saímos da piscina. Juro que gostaria de continuar ali. No banho ela não desgrudou. A suíte dela tem banheira, ducha pelas paredes, uma coisa muito legal. Sob o pretexto de que o banho lá era melhor, chamou para eu ir junto. Ficou mais desinibida conversando sobre o que faríamos naquela noite: ver filmes pornográficos, brincar com consolos e comer comida chinesa. Ela se dizia extasiada, que sempre sonhou encontrar alguém que dividisse essas sensações com ela e que “eu” era a pessoa perfeita. Nos conhecíamos a quase dois anos, eu era confiável, mulher, e não via aquilo como uma “traição” no seu casamento. Ofereceu-se para lavar minhas costas e deixei, retribuindo a gentileza. Foi uma tortura não estender a “lavação” pela bunda dela. Que bunda tem essa mulher, só pensava no que faria com ela. Mas me contive, não queria antecipar tudo que planejamos. E, além disso, meus planos incluíam saber até onde ela iria; como se revelaria desejando que eu a comesse. Porque era essa a sua intenção, pelo menos eu pensava assim. Ela tentou que eu a tocasse mais, mostrando detalhes dos seus seios, a bunda, mas olhei tudo sem colocar a mão. Ela estava para explodir. E eu queria esta explosão. No trajeto para a videolocadora só eu desci na sex shop, ela estava morrendo de medo de ser vista. Escolhi dois modelos básicos, já meus velhos conhecidos; um com vibrador simples, duas velocidades e de bateria recarregável. Tinha que ajudá-la a encontrar um local na casa para ela poder escondê-los depois. No carro ela queria vê-los a todo custo, mas disse que não ia mostrar, que primeiro ela tinha que desejar “brincar” com eles, senão não teria graça. Na locadora o mesmo caso, medo de ser vista, e lá fui eu sozinha encarar o cara que atendia. Escolhi quatro filmes, para espanto do atendente. Falei que devolveria no domingo e ele me cobrou uma taxa extra, dizendo que devolveria quando da entrega no prazo. Depois fomos buscar o jantar no restaurante chinês. Ela agilizou tudo na cozinha com a comida. Depois de responder que gostava de tudo, ela mesma preparou meu prato. Enquanto isso, fui ao quarto e peguei alguns preservativos na minha mala. Guardei-os no bolso da bermuda e sentamos para jantar. Realmente muito bom, fazia tempo que não comia nada tão gostoso. Um pato com molho de gengibre e aquela massa chinesa, com pedaços de maça carameladas, delicioso. E então preparamos tudo para ver o filme que eu escolhi, diante dos olhos brilhantes dela: “Anal Total”. O filme tinha uma historinha de encontros, alguns rapazes e garotas universitárias que resolvem fazer uma festa no campus, bem prive. Todos comem todas, só o rabinho, porque as moças são virgens e querem permanecer assim. Aquela coisa idiota de sempre, só que as cenas de enrabada deixaram a minha amiga em “ponto de bala”. Ela se contorcia no sofá; ora sentada sobre as pernas, ora de lado, esfregava as mãos, ria nervosa, mas não disse nada durante todo o filme. Quando terminou perguntei:- E então, aprendeu?- Nossa, que loucura, estou suando! E pegou minha mão colocando na sua testa, onde realmente estava toda suada. Sua pele clara não escondia o “vermelhão” em que se transformou seu rosto. Levantei e fui colocar outro filme, agora queria ver se ela se entregava. Se não fosse agora, não seria nunca mais.- Vamos ver outro? Não sei se agüento, estou louca de tesão. E agora? Falou, enquanto eu colocava o novo filme pra rodar.- Agora escolhi esse outro, pra você saber como usa os consolos, aí depois você vê o que quer fazer, combinado? E sentei, bem longe dela, na outra ponta do sofá.  O novo filme se chamava “Taradas e Safadas”, com cenas de lesbianismo e uso de consolos aos borbotões. Ou estavam se chupando ou enfiando dildos umas nas outras, e esse era o plano, deixar ela louca e partir pra cima de mim. Estrategicamente, deixei os dildos, ainda embrulhados entre nós. Dez minutos de sacanagem e ela pediu pra ver os dildos, abri o pacote e entreguei para ela desembalar. O menor era igual ao do filme, branco, só que o que comprei era azul. Já o com vibrador era idêntico, até na cor, bege. No filme tinham outros, mas esses dois eram os que apareciam mais porque eram os que a protagonista usava. Ela desembalou os dois e ficou com o pequeno na mão. Depois começou a passá-lo na própria boceta, por cima da calcinha. Com o canto do olho eu a observava. Logo ela estava com o dildo por baixo da calcinha, esfregando no clitóris. Eu pensei que ia morrer de tanto tesão. Então resolvi fazer alguma coisa, aquilo era muita tortura.- Vou pegar uma cerveja, você quer? Perguntei.- Quero, quero que você me ajude a enfiar isso aqui na minha boceta, não agüento mais. Então eu pude desfrutar daquele espetáculo de mulher, com o fogo alto e a chama queimando dos pés a cabeça. Arranquei-lhe as roupas em poucos segundos, ela se escancarou inteira gemendo sem eu ter ainda encostado um dedo sequer. Fui direto para a boceta, enfiando a língua nela toda, enquanto ela berrava:- Aiii! Que delicia de língua! Aiiii! Que gostoso, chupa mais, chupa! Morde, morde, arranca pedaço, engole, mastiga . . . Enfia esse cacete, me fode toda que sou uma puta! Aiii! Aiii! Aiii! Vou gozar assim, não para, não para . . . Me morde toda, morde a tua puta! E gozou intensa na minha boca, com o corpo aos solavancos. Nem tirei o dildo das mãos dela, era a única coisa que tinha pra se agarrar. Gozou com a chupada que dei nela, mas nem sentiu seu tesão baixar. Tirei minha roupa toda e me joguei sobre ela, encaixando nossas bocetas. Beijando-a na boca, sem parar, esfregando nossos peitos uns nos outros e fazendo o “velkro colar” lá embaixo, levei-a a outro gozo; sem poder gritar porque beijava sua boca gostosa. Ainda estava gozando quando comecei a maltratar sua boceta com o consolo azul. Logo pude perceber como ela era fogo puro, engoliu o dildo todo e ainda queria mais. Mais gritaria, mais berreiro se auto-intitulando uma vagabunda; novo orgasmo ainda mais forte. Gozei também, só de participar, estava enlouquecida com tanto tesão naquela mulher. Estava tremula, mas não queria parar agora. Ela estava pronta para tomar no cuzinho e isso era o que mais me atraia. Peguei o consolo grande e comecei a colocar, primeiro a cabecinha e ligando o vibrador. Ela ensandeceu! De um salto colocou-se de quatro e berrava que ia “dar o cu”, “que não era pra eu ter pena”, “que ela merecia ser fodida”, “que era uma vaca”; então fui ao delírio também. Aquilo escorregou pra dentro como uma luva veste os dedos. Ela berrou a plenos pulmões e chorou, riu, gritou tudo que podia. E eu entrando e saindo com o dildo, cada vez mais intensamente, até arrancar-lhe urros de prazer num orgasmo de rolar no chão. E por lá ficou, semi desmaiada. Sobre o tapete adormecemos por algumas horas. Era quase claro quando senti sua boca na minha boceta, lambendo meu clitóris. Fingi estar dormindo, ainda. Ela havia recolocado o filme e tentava repetir as cenas de chupada. Pelo visto seu tesão era me chupar, porque ficou ali muito tempo. Então fingi acordar e fui para o sofá, proporcionar uma posição melhor para seus intentos. As cenas seguintes eram da protagonista enfiando os dois dildos na parceira. Ela fez igual e gozei gostoso, com aqueles dois consolos dentro de mim. Ela ficou maravilhada me vendo gozar. Estava realizada, tinha comido a fornecedora.Dormimos até quase o meio do dia. Acordamos famintas. Ela preparou tudo para o nosso desjejum e tomamos nosso café da manhã na borda da piscina, com nossos corpos seviciados dentro da água.Ela se queixou das ardências que sentia dentro da água e disse-lhe que não faria mais, então.- Nãooo! Eu amei, como você não vai fazer mais, estou pronta de novo, quero mais, quero tudo que sabe fazer, adorei!- Está reclamando, falei. Mas ela de novo me pegou e beijando minha boca ficava dizendo:- Minha gostosa, faz mais, faz? Eu quero dar pra você todo dia, o dia todo! Agora quando vou para Manaus sempre viajo as quintas-feiras, fico lá até domingo. Ela sempre arruma um jeito de se livrar do marido, inventa até que vai viajar pra rever a mãe, que não se bica muito com ele. Vamos para Parintins e já fomos até para a cidade onde a mãe dela mora, pra não levantar suspeitas. Enquanto o país todo está preocupado com a Amazônia Legal, eu só quero saber da Amazônia Liberal, liberada, lésbica, lasciva, leviana . . .            
Partager