Tenho muito poucas clientes mulheres, mas nas empresas
tenho contato com as secretárias, assistentes e outras
funções de compras, engenharia e desenvolvimento de
produtos novos. Tem uma garota lindíssima numa empresa em
Manaus que sempre suspeitei ser “das minhas”, apesar de
ser casada com um engenheiro da fábrica onde trabalham.
Naquela época ela tinha no máximo 24 anos e estava
casada havia cinco anos. Seu marido era mais velho, já havia
sido casado e tinha dois filhos. Ele fez vasectomia e ela estava
resignada não ter filhos naquela
relação. Mineira de nascimento, foi para a
Amazônia ainda adolescente; acompanhando a mãe
viúva, que acabara de se relacionar com um homem daquela
região. Sua pele
clara era muito chamativa no local, mesmo ela tendo pintado o
cabelo com uma cor mais clara para não sobressaltar tanto,
segundo me disse uma vez. Fui algumas vezes jantar na casa deles e
sempre percebi que ela deixava o corpo para eu roçar,
naquelas situações de recolher a mesa e levar os
pratos a pia, que eu não abria mão de colaborar. Ela
era bem “gostosinha” e parecia ser bem assanhada
também, contrastando com o marido, pacato, sisudo, mas uma
pessoa agradável quando se conversa com ele. Era ela quem
sempre me levava para o hotel, depois. Por diversas vezes
encaminhou uma conversa de que deveríamos marcar alguma
coisa só eu e ela. Queria me mostrar a natureza do lugar,
coisas assim. Mas eu não ficava no fim de semana e
não rolava nada, até porque sou bem
“medrosa” quando o negócio é mulher dos
outros. Por
telefone ela sempre dizia algo para eu completar, se estava ou
não programada em passar o fim de semana lá; quando
avisava da minha ida a cidade. Mas sempre tinha uma agenda apertada
e a coisa foi esfriando, talvez pela minha
demonstração implícita de que não
estava interessada. Mas alguma coisa me dizia que um dia ia rolar
algum lance “quente” ali, não costumava me
enganar. Por isso, talvez, minha prevenção para as
suas insinuações; não tenho por hábito
misturar as coisas. Ainda mais cliente, é sempre um problema
a mais e minha experiência nesta área não me
traz boas recordações . . .
Naquele
inicio de setembro eu segui para lá com bastante pressa de
voltar. Havia um feriadão e queria ir pra praia
começar a tirar meu “branco escritório”
do corpo. Maldito inverno! A reunião comercial foi
tranqüila, só precisava passar no Desenvolvimento e
fechar o cronograma para que os testes de produção
fossem iniciados no ano seguinte com o acompanhamento da
Engenharia. O único entrave era o fato do marido da
moça, de quem falávamos, estar viajando pelo exterior
e o substituto ficou meio “encagaçado” de dar o
OK final. Desta vez ela não teve muito contato comigo, mas
sabia que eu estava voltando no mesmo dia, que cheguei na madrugada
e que não tinha me comunicado com ela antes, sendo tudo
tratando pelo pessoal dos Suprimentos. Só encontrei-a na
saída e foi ela quem me deu a notícia, toda animada,
dizendo: -
Você não vai escapar dessa vez, os controladores de
vôo acabaram de entrar de greve, ouvi no rádio agora a
pouco.- Como
assim? Greve? O que isso tem a haver? Perguntei sem entender
nada.- Seu
vôo não vai sair, você está
“presa” em Manaus.- Mas
tenho que voltar, tenho compromissos;
menti.- Pois
ligue pra lá e desmarque, daqui você só sai
depois que a greve acabar. E não tem previsão,
está parado também em São Paulo, está
um caos pelo que a noticia fala.- Minha
nossa! E agora? Até já fiz meu check out no
Hotel antes de vir pra cá.
Falei.-
Você é minha convidada, vai ficar lá em casa.
Não se fala mais nisso.
Decretou.Estávamos no meio da tarde, usei o telefone na
escrivaninha dela para me inteirar da situação e me
comunicar com minha empresa. Era tudo verdade, os controladores
estavam em greve e meu feriadão estava marcado para um novo
destino: Manaus.Não reclamei, a conjugação de
coincidências – o marido dela viajando, a greve e minha
curiosidade do que ela estava tramando – me excitava, apesar
de eu tratar tudo com o máximo cuidado. Cinco da tarde fomos
no seu carro para a casa dela. Aquele calor abafado da cidade,
úmida e quente, estava me deixando mole antes mesmo da noite
cair. Ela me
convidou para a piscina da casa, era tentador. Mas eu não
tinha biquíni, nada. Ela, bem dissimulada, me estendeu um
dos seus, mas eu logo percebi que não serviria. Se ainda
fosse de tiras, poderia improvisar, mas aquele modelo que ela me
deu, sem chance. Então, como “boa
anfitriã” ela sugeriu:
- Você se incomoda da gente ficar sem nada? Eu fico
também, pra ser solidária; disse quase
sorrindo.-
Não, mas não é devassado lá; disse
fingindo pudor.-
Não, eu mesma tomo sol aqui sem nada, o Carlos é que
não gosta muito, mas nem
ligo.- Ele
não gosta? Mas não é estimulante?
Perguntei.- Ele
é muito “caretão”, não gosta muito
de variar, sabe? Aquelas
informações me excitavam, aquela mulher devia ser uma
“fogueira reprimida”, estava começando a gostar
daquela situação. Mas continuei fingindo, queria ver
até aonde ela iria.Perguntou
se eu gostava de cerveja ou se queria outra bebida e falei que
adorava cerveja. Então me serviu uma lata de cerveja
japonesa, muito diferente das nossas, uma latinha prateada com
inscrições em azul. Era bem mais fina e mais alta, e
o gosto era bom. Serviu também diversos petiscos: castanhas
torradas, patas de caranguejo – que esquentou no microondas
- amendoim, além de avisar que
iríamos comer num restaurante chinês mais
tarde. Tiramos
as roupas e fomos para a água, ela não tirava os
olhos do meu corpo. E eu do dela, era realmente uma mulher
espetacular. Grande, clarinha, mas sem marcas de biquíni,
tudo proporcional, uma coisa. E tinha os pelos bem aparados, com
grandes lábios que logo me deixaram louca para provar. Mas
mantive minha postura de deixar ver o que ela faria, quais eram
suas intenções. Ela mergulhava, se exibia toda, eu
apenas observava. Então ela começou a questionar
sobre minha vida, meus romances, minhas preferências. Contei
só o que interessava para deixá-la em dúvida.
Ela parecia não saber mais o que dizer, estava confusa,
talvez estivesse certa da minha preferência por mulheres e
agora eu estava fazendo ela pensar que talvez estivesse
enganada. Então fez uma pergunta bem direta; contando antes
que nunca tinha feito sexo anal, que o marido não
gostava.-
Você já deixou ser penetrada lá?
Perguntou.- Sim;
respondi. Mas não contei mais nada, se gostava ou
não, nada.- E
dói, como dizem? Continuou.- Como
assim, dizem? Com quem você conversou sobre isso;
questionei.- Ah! Eu
leio aqui e ali, mas nunca nem vi. Meu marido não me deixa
pegar nem aqueles filmes, sabe?-
Pornográficos? Perguntei.- Esses!
Nunca vi, tenho muita curiosidade.
Afirmou.- Quem
sabe fazemos isso hoje. O restaurante chinês não
entrega? Podemos pegar uns filmes e assistir, o que você
acha? Dei a letra pra ela
prosseguir.-
Não entrega. Mas meu marido vai saber, imagina! O pessoal da
locadora vai achar estranho,
não?- Eu
pego, o que precisa pra locar?
Perguntei- Ah! Vai
precisar de uma conta de energia elétrica, querem
confirmação do endereço.
Acho!-
Não, tenho uma idéia, perto do Hotel tem uma
videolocadora. Vamos lá e digo que estou
hospedada, tenho até o cartãozinho do
check-in, não devolvo nunca, está na
bolsa.- E
passamos no restaurante e pegamos o jantar, vou ligar e fazer o
pedido. Disse, saindo da piscina e entrando na casa, com aquela
bunda lindíssima, rebolando-se
toda. Enquanto
ela foi ligar toquei na minha boceta, estava quente, mesmo imersa
na água. Estava excitada, precisava me controlar, queria ver
o que ela faria, não partir pra cima dela. Voltou aos
pulinhos, estava animadinha. Mergulhou e veio pra perto de mim,
continuando a conversa.- Falei
com o restaurante, marquei pras nove a gente passar lá e
pegar, não queriam, disseram que não tinham embalagem
de entregas, mas falei que levava uma marmita. E deu
risada.- Comida
chinesa de marmita, isso é novo pra mim, gosto de coisas
novas; disse.- Gosta?
Hummm! Eu adoro coisas novas. Experimentar. Estou me sentindo
“presa” neste casamento, mas hoje vou “liberar
geral”, falou; olhando nos meus
olhos.- Que
está pensando? O que quer disser com “liberar
geral”, fingindo novamente uma preocupação com
o que acabava de dizer. Ela sentiu o golpe, ficou meia perdida, sem
saber o que falar. Então dei a saída, pra ver se ela
encaminhava a conversa:- Desde
que você não estrague nossa noite convidando seus
“amiguinhos”, tudo bem pra
mim. Ela
sorriu e balançou a cabeça, negando minha
alusão aos “amiguinhos”. Depois
falou:-
Não! Não tenho “amiguinhos”, nem faria
uma bobagem dessas, tenho você aqui, acho que a noite vai ser
muito melhor só nos duas. Acho que vamos
“experimentar” coisas muito mais excitantes do que com
”amiguinhos”, sorrindo
maliciosamente.-
É, você vai finalmente ver o que quer nos
“filminhos”, mas e se der vontade depois?
Provoquei.- Bem
lembrado! Como vamos fazer? Nossa, nem tinha pensado nisso. E
agora? Fingindo que não havia falado nada sobre o assunto,
momentos antes. Claro que ela havia dito que “eu” seria
seu par se “desse vontade”, mas agora ela recuou,
estava fazendo o mesmo jogo que eu. Queria que eu tomasse a
iniciativa. Pois então, vamos ver qual o próximo
lance. -
Você não usa nada? Não tem consolos em casa;
perguntei direto.-
Nãooo! Imagina! Se o Carlos acha uma coisa dessas aqui em
casa me mata!- Que faz
quando está com vontade, então? Continuei
provocando.- Ah! Me
masturbo, enfio os dedos, procuro ele se está em casa.
Respondeu.- Hummm!
Então não passa vontade; perguntei de
novo.- Passo,
nem sempre ele comparece. Dorme cedo, sabe? E você, como faz,
devolvendo a pergunta.- Uso
consolos, tenho alguns. Falei.-
Pôxa, podia tê-los trazido, nunca usei um. Disse
sorrindo.- Mas
quem disse que não trouxe? Trouxe dois, um com
vibrador.- Mesmo?
Quero ver! Me mostra! E tentou me retirar da
piscina.- Estava
brincando! Só queria ver seu jeito. Não trouxe,
é claro; imagina passar com eles na revista da
alfândega de Manaus, vai que caio na luz
vermelha?-
Pôxa! Você me deixou frustrada, estava toda animada!
Disse, fazendo beicinho. Adorei
aquilo, ela havia conseguido me deixar bem louca. Como eu previa,
aquela mulher era um “poço” de sacanagem
reprimida. Hoje era meu “lucky day!”. Continuei a
excitá-la.- Tem um
“sexy shop” no nosso trajeto para a
videolocadora? Posso passar e comprar alguma coisa pra você?
Quer?- Quero!
Sei onde tem um! Mas nunca usei, como vou fazer? Perguntou com cara
de inocente.- Ah!
Isso você aprende rápido, está no instinto
feminino, garanto! Não dando sinais de que ensinaria ou
faria qualquer coisa com ela. Estava cada vez mais confusa,
excitando-se e arrefecendo, a cada colocação minha.
Estava adorando aquilo; ia explodir se não me controlasse.
Então anoiteceu e saímos da piscina. Juro que
gostaria de continuar ali. No banho
ela não desgrudou. A suíte dela tem banheira, ducha
pelas paredes, uma coisa muito legal. Sob o pretexto de que o banho
lá era melhor, chamou para eu ir junto. Ficou mais
desinibida conversando sobre o que faríamos naquela noite:
ver filmes pornográficos, brincar com consolos e comer
comida chinesa. Ela se dizia extasiada, que sempre sonhou encontrar
alguém que dividisse essas sensações com ela e
que “eu” era a pessoa perfeita. Nos conhecíamos
a quase dois anos, eu era confiável, mulher, e não
via aquilo como uma “traição” no seu
casamento. Ofereceu-se para lavar minhas costas e deixei,
retribuindo a gentileza. Foi uma
tortura não estender a “lavação”
pela bunda dela. Que bunda tem essa mulher, só pensava no
que faria com ela. Mas me contive, não queria antecipar tudo
que planejamos. E, além disso, meus planos incluíam
saber até onde ela iria; como se revelaria desejando que eu
a comesse. Porque era essa a sua intenção, pelo menos
eu pensava assim. Ela tentou que eu a tocasse mais, mostrando
detalhes dos seus seios, a bunda, mas olhei tudo sem colocar a
mão. Ela estava para explodir. E eu queria esta
explosão. No
trajeto para a videolocadora só eu desci na sex
shop, ela estava morrendo de medo de ser vista. Escolhi dois
modelos básicos, já meus velhos conhecidos; um com
vibrador simples, duas velocidades e de bateria
recarregável. Tinha que ajudá-la a encontrar um local
na casa para ela poder escondê-los depois. No carro ela
queria vê-los a todo custo, mas disse que não ia
mostrar, que primeiro ela tinha que desejar “brincar”
com eles, senão não teria graça. Na locadora o
mesmo caso, medo de ser vista, e lá fui eu sozinha encarar o
cara que atendia. Escolhi quatro filmes, para espanto do atendente.
Falei que devolveria no domingo e ele me cobrou uma taxa extra,
dizendo que devolveria quando da entrega no prazo. Depois fomos
buscar o jantar no restaurante
chinês. Ela
agilizou tudo na cozinha com a comida. Depois de responder que
gostava de tudo, ela mesma preparou meu prato. Enquanto isso, fui
ao quarto e peguei alguns preservativos na minha mala. Guardei-os
no bolso da bermuda e sentamos para jantar. Realmente muito bom,
fazia tempo que não comia nada tão gostoso. Um pato
com molho de gengibre e aquela massa chinesa, com pedaços de
maça carameladas, delicioso. E então preparamos tudo
para ver o filme que eu escolhi, diante dos olhos brilhantes dela:
“Anal Total”. O filme
tinha uma historinha de encontros, alguns rapazes e garotas
universitárias que resolvem fazer uma festa no campus, bem
prive. Todos comem todas, só o rabinho, porque as
moças são virgens e querem permanecer assim. Aquela
coisa idiota de sempre, só que as cenas de enrabada deixaram
a minha amiga em “ponto de bala”. Ela se contorcia no
sofá; ora sentada sobre as pernas, ora de lado, esfregava as
mãos, ria nervosa, mas não disse nada durante todo o
filme. Quando terminou perguntei:- E
então, aprendeu?- Nossa,
que loucura, estou suando! E pegou minha mão colocando na
sua testa, onde realmente estava toda suada. Sua pele clara
não escondia o “vermelhão” em que se
transformou seu rosto. Levantei e fui colocar outro filme, agora
queria ver se ela se entregava. Se não fosse agora,
não seria nunca mais.- Vamos
ver outro? Não sei se agüento, estou louca de
tesão. E agora? Falou, enquanto eu colocava o novo filme pra
rodar.- Agora
escolhi esse outro, pra você saber como usa os consolos,
aí depois você vê o que quer fazer, combinado? E
sentei, bem longe dela, na outra ponta do
sofá. O novo
filme se chamava “Taradas e Safadas”, com cenas de
lesbianismo e uso de consolos aos borbotões. Ou estavam se
chupando ou enfiando dildos umas nas outras, e esse era o plano,
deixar ela louca e partir pra cima de mim. Estrategicamente, deixei
os dildos, ainda embrulhados entre nós. Dez minutos de
sacanagem e ela pediu pra ver os dildos, abri o pacote e entreguei
para ela desembalar. O menor era igual ao do filme, branco,
só que o que comprei era azul. Já o com vibrador era
idêntico, até na cor, bege. No filme tinham outros,
mas esses dois eram os que apareciam mais porque eram os que a
protagonista usava. Ela
desembalou os dois e ficou com o pequeno na mão. Depois
começou a passá-lo na própria boceta, por cima
da calcinha. Com o canto do olho eu a observava. Logo ela estava
com o dildo por baixo da calcinha, esfregando no clitóris.
Eu pensei que ia morrer de tanto tesão. Então resolvi
fazer alguma coisa, aquilo era muita
tortura.- Vou
pegar uma cerveja, você quer?
Perguntei.- Quero,
quero que você me ajude a enfiar isso aqui na minha boceta,
não agüento mais. Então eu pude desfrutar daquele espetáculo
de mulher, com o fogo alto e a chama queimando dos pés a
cabeça. Arranquei-lhe as roupas em poucos segundos, ela se
escancarou inteira gemendo sem eu ter ainda encostado um dedo
sequer. Fui direto para a boceta, enfiando a língua nela
toda, enquanto ela berrava:- Aiii!
Que delicia de língua! Aiiii! Que gostoso, chupa mais,
chupa! Morde, morde, arranca pedaço, engole, mastiga . . .
Enfia esse cacete, me fode toda que sou uma puta! Aiii! Aiii! Aiii!
Vou gozar assim, não para, não para . . . Me morde
toda, morde a tua puta! E gozou intensa na minha boca, com o corpo
aos solavancos. Nem tirei
o dildo das mãos dela, era a única coisa que tinha
pra se agarrar. Gozou com a chupada que dei nela, mas nem sentiu
seu tesão baixar. Tirei minha roupa toda e me joguei sobre
ela, encaixando nossas bocetas. Beijando-a na boca, sem parar,
esfregando nossos peitos uns nos outros e fazendo o “velkro
colar” lá embaixo, levei-a a outro gozo; sem poder
gritar porque beijava sua boca gostosa. Ainda estava gozando quando
comecei a maltratar sua boceta com o consolo azul. Logo pude
perceber como ela era fogo puro, engoliu o dildo todo e ainda
queria mais. Mais gritaria, mais berreiro se auto-intitulando uma
vagabunda; novo orgasmo ainda mais forte. Gozei também,
só de participar, estava enlouquecida com tanto tesão
naquela mulher. Estava
tremula, mas não queria parar agora. Ela estava pronta para
tomar no cuzinho e isso era o que mais me atraia. Peguei o consolo
grande e comecei a colocar, primeiro a cabecinha e ligando o
vibrador. Ela ensandeceu! De um salto colocou-se de quatro e
berrava que ia “dar o cu”, “que não era
pra eu ter pena”, “que ela merecia ser fodida”,
“que era uma vaca”; então fui ao delírio
também. Aquilo escorregou pra dentro como uma luva veste os
dedos. Ela
berrou a plenos pulmões e chorou, riu, gritou tudo que
podia. E eu entrando e saindo com o dildo, cada vez mais
intensamente, até arrancar-lhe urros de prazer num orgasmo
de rolar no chão. E por lá ficou, semi
desmaiada. Sobre o
tapete adormecemos por algumas horas. Era quase claro quando senti
sua boca na minha boceta, lambendo meu clitóris. Fingi estar
dormindo, ainda. Ela havia recolocado o filme e tentava repetir as
cenas de chupada. Pelo visto seu tesão era me chupar, porque
ficou ali muito tempo. Então fingi acordar e fui para o
sofá, proporcionar uma posição melhor para
seus intentos. As cenas
seguintes eram da protagonista enfiando os dois dildos na parceira.
Ela fez igual e gozei gostoso, com aqueles dois consolos dentro de
mim. Ela ficou maravilhada me vendo gozar. Estava realizada, tinha
comido a fornecedora.Dormimos
até quase o meio do dia. Acordamos famintas. Ela preparou
tudo para o nosso desjejum e tomamos nosso café da
manhã na borda da piscina, com nossos corpos seviciados
dentro da água.Ela se
queixou das ardências que sentia dentro da água e
disse-lhe que não faria mais,
então.-
Nãooo! Eu amei, como você não vai fazer mais,
estou pronta de novo, quero mais, quero tudo que sabe fazer,
adorei!-
Está reclamando, falei. Mas ela de novo me pegou e beijando
minha boca ficava dizendo:- Minha
gostosa, faz mais, faz? Eu quero dar pra você todo dia, o dia
todo! Agora
quando vou para Manaus sempre viajo as quintas-feiras, fico
lá até domingo. Ela sempre arruma um jeito de se
livrar do marido, inventa até que vai viajar pra rever a
mãe, que não se bica muito com ele. Vamos para
Parintins e já fomos até para a cidade onde a
mãe dela mora, pra não levantar suspeitas. Enquanto o
país todo está preocupado com a Amazônia Legal,
eu só quero saber da Amazônia Liberal, liberada,
lésbica, lasciva, leviana . .
.
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