ESTE TEXTO VEIO PARA PUBLICAÇÃO ATRAVÉS DA
CAIXA DE MENSAGENS DA “ELA”, COM UM RECADO
IDENTIFICANDO SER UMA
“AMIGA” BLOGUEIRA QUE DISSE NÃO SER
POSSÍVEL PUBLICAR ESTE POST NO SEU BLOG. COMO SOU SEU
LEITOR, CONCORDEI EM REPASSAR PARA VOCÊS NO NOSSO
“CONTO DAS LEITORAS”.
DELICIEM-SE:
O avião que a trouxe da Bahia
chegou no horário previsto. Quando vi a aeronave tocar o
solo, meu coração disparou. Enquanto taxiava na
pista, eu corria pelo saguão para chegar à
área de desembarque. A porta automática abriu-se e
ela surgiu, puxando uma mala com a mão esquerda e segurando
sua bolsa com a outra.
No olhar um brilho de ansiedade, que
refletia a alegria de finalmente conhecer-me pessoalmente. O
sorriso confirmava a satisfação de estar a apenas
alguns passos do primeiro abraço, de sentir meu cheiro, de
confirmar as imagens que conhece apenas do mundo
virtual.
Quando nossos olhares finalmente se
cruzaram, o sorriso amplificou. Os olhos arregalaram de alegria e
seu primeiro impulso foi largar a mala e apressar o passo em minha
direção. Abri os braços e a recebi inteira.
Senti seu perfume invadir meus sentidos e meu corpo foi agraciado
com seu abraço. Apertei seu corpo contra o meu e ela fez o
mesmo, ficamos assim enquanto falamos uma para a
outra:
- Nem acredito que você está
aqui minha querida!
- É um sonho estar aqui meu
amor!
Nossas bocas beijaram as faces
contrárias, tão próximas dos lábios que
o desejo invadiu imediatamente meus pensamentos, queria tê-la
inteira no conforto da minha morada. Ajudei com a mala e fomos para
o estacionamento, ela de braços dados comigo, o sorriso
permanente na boca e os olhos observando todos os detalhes em
volta. Provavelmente construiu molduras para gravar nossas cenas em
espaços reais na sua memória. A memória do
nosso primeiro encontro, o sentido do nosso primeiro aroma que
captamos uma da outra.
Chegamos ao carro e ela não
resistiu, veio para o meu lado e me beijou na boca, depois lambeu
os lábios e disse que meu gosto era melhor do que havia
imaginado. Passou uma das mãos na minha coxa e disse que
minha pele era mais macia do que a de um pêssego, mas que
deveria ser ainda mais suculenta do que a do
caju.
Depois que passamos pela guarita e
tomamos o rumo de casa, ela se abaixou e lambeu minhas coxas,
levantando a saia até onde conseguiu e cheirou minha
virilha. Exclamou “delícia” e depois deu uma
mordida, arrancando de mim um “ai” manhoso, mas que
não deixava dúvidas quanto a minha
satisfação dela ter feito
aquilo.
Contou sua viagem resumidamente, sem
tirar os olhos de tudo que passava pela a sua volta pelos vidros do
carro; algumas vezes interrompia sua narrativa, apontava e
perguntava: “o que é
aquilo?”
Mas enquanto eu informava, ela não
tirava os olhos de mim, desconfiei que não queria saber o
que perguntou, mas apenas me ver e ouvir falar. E, enquanto eu
falava, sua mão percorria minha perna, algumas vezes mais
suavemente, noutras mais atrevida. Em todas, minha ansiedade
só fazia aumentar, queria chegar logo em casa. Quando
chegamos na garagem ela perguntou se tinha alguém em casa,
diante da minha negativa ela me agarrou. Sua boca voraz sugou os
meus lábios e depois meu pescoço. Eu tentava abrir a
porta mas ela só fazia abrir meus botões, expor minha
intimidade que agora era sua propriedade exclusiva. Tomou posse de
cada centímetro do meu corpo. Peça por peça
ela abriu, retirou e jogou para todos os lados, deixando um rastro
que denunciava toda a sua ansiedade para me possuir por
inteiro.
Como se soubesse a distância entre
a entrada e a minha cama, restava sobre o meu corpo a calcinha e o
sutiã, apenas. Então, de afoita ela ficou deliciosamente lenta nos
movimentos, mas selvagem nas atitudes. Arrancou meu sutiã e
abocanhou meus peitinhos, um de cada vez por alguns instantes,
até que o mamilo estivesse empertigado por completo.
Então o chupava com os lábios e depois mordiscava,
arrancando “aís” que motivavam a
repetição, ora num, ora noutro. Depois subia
até meus lábios e me beijava, segurando minha
cabeça com as duas mãos e sorria entre um beijo e
outro.
Percebendo minha sensibilidade na
região da nuca, ela beijou e mordeu toda a região,
enquanto eu virava de bruços. Desceu beijando e lambendo
minhas costas, enquanto eu gemia confirmando o prazer de suas
atitudes. No cofrinho ela se deteve, ficou ali fazendo zig-zag com
a língua estendida e endurecida, penetrando o vale de carne.
Com os dentes, foi baixando a calcinha e a medida que a pele se
revelava, num veio minúsculo entre as bandas da bunda, suas
mãos alargavam para a língua profanar a profundidade.
Quente e úmida, penetrou cada centímetro, arrancando
mais gemidos, cada vez mais altos e
ininterruptos.
Quando a calcinha chegou no meio das
coxas, ela abandonou o meio da bunda e se concentrou na papada,
onde alternou lambidas, beijos estalados e mordidas. Chupões
profundos, lambidas carinhosas, mordidas deliciosas e beijinhos de
compaixão, esta foi a seqüência adotada por
minutos. De vez enquanto cheirava meu sexo e soltava um suspiro
acompanhado de “huns” ou “ais” com palavras
que definiam sua satisfação: “delicia”,
“gostosa” e “tesão”. Quando eu
pensava que ela se apoderaria do meu sexo, ela descia ainda mais
pelas coxas, abaixando a calcinha já enrolada em
direção aos pés. Tentei me livrar da
peça mas ela impediu, depois lambeu toda a minha coxa e na
seqüência a panturrilha. No instante que ela chegou aos
pés eu me virei e ela atacou meus dedos, chupando um a um e
passando a língua entre eles. Fui ao delírio, gemi e
me agarrei a cabeceira da cama, me contorcendo de prazer. Ela veio
percorrendo de novo minha perna e coxas, agora pelo lado inverso
mas com as mesmas ações de quando veio aos
pés, em sentido contrário.
Então senti quando ela colocou a
cabeça entre as minhas coxas, na altura da virilha. Seu
nariz tocou meu clitóris e eu abri as pernas ao
máximo, flexionando-as na altura dos joelhos. Ela lambeu de
baixo para cima e foi abrindo a vulva, enquanto a língua
penetrava, transformando essas etapas em prazer de me fazer gritar
e gemer. Brincou com a língua neste pequeno triângulo
completamente depilado especialmente para sua vinda. Senti seus
dentes nas carnes umedecidas e em brasa, sendo ainda mais
atiçada; agora já procurava sua mão para
repassar-lhe o consolo que desejava sentir nas minhas entranhas.
Ela chegou a pegá-lo, mas não fazia
menção de enterrá-lo dentro de mim. Ficou
brincando com a sua ponta no ânus, enquanto seus
lábios fazendo “biquinho” chupavam meu
clitóris cada vez com mais
força.
Só depois de me ver em desespero
aceitou minhas ordens implorando “mete”, “mete
tudo”. Senti a penetração ser amplificada pelos
chupões no clitóris e os movimentos sendo
sincronizados: o consolo penetrava e o clitóris sendo
chupado. Tudo em crescentes movimentos, eu estava agarrada na
cabeceira e gritando de prazer até explodir em
gozo.
E foi aos berros, soluços e
contorções pelo corpo que durante o orgasmo recebi o
peso do seu corpo, que leve e quente percorria o meu, ora acima,
ora embaixo; mas sempre focado na altura da vulva. Sua boca variava
de alvo, com o corpo embaixo ela refazia os movimentos sobre os
peitinhos: lamber, beijar, chupar e mordiscar. Quando seu corpo
subia, ela fazia o mesmo no pescoço ou ombros. Resisti o
quanto pude mas outro orgasmo veio junto com o dela. Nossos gemidos
se confundiram, nossos gritos de prazer competiram, nossas palavras
se repetiram: todas para elogiar nossas sensações,
uma da outra.
As respirações ofegantes
invadiam nossos ouvidos ainda, quando nossas mãos trocaram a
posse de outro consolo. A minha, repassando, indicando que a xoxota
queria ser invadida. A dela, decidida a satisfazer todos os meus
desejos.
Sentindo a busca pela abertura
mágica, escancarei o máximo que pude as pernas,
queria que ela presenciasse seu ato. Ela foi-se inteira para a
região mais central do meu corpo e senti de novo sua
língua lambendo o clitóris. O consolo, sob o comando
de suas mãos ágeis, penetrava suavemente; contrapondo
o meu tesão que só fazia ampliar. Lentamente ela foi
fazendo o falo alargar a caverna completamente encharcada dos meus
próprios fluidos, enquanto minha garganta emitia os sons que
motivavam a freqüência com que ela fazia eu sentir a
invasão que me satisfazia. Senti a penetração
de cada centímetro, mas também o desespero da
evasão que não sabia ser definitiva ou
provisória. Mas o aumento da freqüência e da
intensidade proporcionava prazer e dominavam meus sentidos. Se ela
não soubesse que sou escandalosa, certamente teria
paralisado tudo, tantos eram os sons que eu emitia e o volume que
eles propagavam.
Quando o orgasmo dominou meu ventre o
corpo todo vibrou. Os gritos eram tão intensos que ela
não queria que eu parasse mais de gozar, maravilhada com o
prazer que estava me proporcionando. Suas mãos percorrem o
meu corpo, como se tentasse estendê-lo para que pudesse
absorver todo o tesão emanado pelo gozo. Aquilo amplificou
ainda mais meu prazer!
Mas meu instinto feminino apoderou-se dos
meus sentidos e um ciúme indesejável tomou conta dos
meus sentimentos: será que é assim que ela transa com
a sua namorada? Enquanto olhava para seu rosto, imaginei que ela
estivesse pensando o similar: será assim que ela transa com
todas as outras?
A mulher é uma criatura
incrível em todos os aspectos!
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PUBLICAREMOS NO NOSSO ESPAÇO DEDICADO AOS “CONTOS DAS
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